O Twitter tem tido repercurssão de tudo que é lado e de tudo que é jeito.
Saiu no Fantástico, na Época, na Folha Online, e é quase como o fenômeno Ronaldo Orkut.
Eu estou no twitter desde 2007, ou 2008, tanto faz. Twitter virou um ponto de encontro dos meus chororôs e de informação útil e inútil que eu absorvo. Essas informações ficam guardadas em algum lugar do meu cérebro, na verdade, elas ficam entre a vontade de comer e de cagar.
Já falei sobre o twitter, mas como os “mimimis” são constantes, queria dar uma dedadinha nisso tudo também. Dedadinha com lubrificante, que fique claro, não sou uma pessoa maldosa.
Assunto 1:
A galera “old school” do twitter da qual, creio, faço parte, está dividida: alguns acham lindo e maravilhoso mostras as fuças no show da (sua) vida e uns acham que o twitter vai virar um orkut e, aí, fodeu.
My point:
1) Não tem como o twitter virar o orkut. O famoso site de relacionamentos abre muitas possibilidades bacanas que, claro, muita gente não soube usar. São comunidades das mais inúteis, pessoas sem a menor noção do ridículo e mil e uma emperequetações que surgiram. Com o twitter não. Primeiro que você só segue quem você conhece/gosta/te acrescenta/já comeu, não dá para ser nonsense no twitter sem que alguém tire sarro instantaneamente de você e o máximo que você vai tornar o tal ridículo é colocando uma foto sua beijando a bunda da Xuxa de fundo.
Assunto 2:
O Marcelo Tas, apresentador do CQC, aquele careca gatinho que era o Prof. Tibúrcio, vai ganhar (já está ganhando, sei lá), da Telefônica para falar sobre o tal Speedy Xtreme. Estardalhaço, auê, caos e, para quê? Para nada, ele não vai cancelar o contrato com a Telefônica, não vai deixar de twittar e nem vai ficar de “explicandinho“. Ele vai encher os bolsos de dinheiro, vai ser super relevante e eu, você e muitos outros pobres mortais vamos chupar o dedo. Viu, quem mandou não estudar?
Aí foi um publicitário/jornalista/whatever com gosto capilar duvidoso e chamou o Tas de Homem-Sanduíche. Claro que eu imaginei, a princípio, o Prof. com duas colegiais e ele como recheio. Assim, até eu fico com inveja. Depois, como eu não sou estúpida, entendi a entonação: o tal falou que Tas era um daqueles que coloca o anúncio de Lan House e fica sentado na Paulista com cara de tacho porque não tem como não olhar para aquela criatura vestida com uma placa e não imaginá-lo como um dos personagens do Dr. Pepper.
My Point:
1) Falaram que é tudo um bando de invejosos. Eu tenho inveja mesmo, por isso, Tas: me arruma um biquinho na Band, no anunciante, eu viro até Tibúrcia. “Pegael“.
Deixa ele, o twitter dele e meu cu em paz. Que saco, dinheiro fácil eu também quero. Aliás, estou pensando na minha candidatura a vereadora de alguma cidade bem pequena para poder viver na mordomia. Dã.
Assunto 3:
Ok, ao meu ver o estardalhaço estava controlado. Um mané foi lá e me posta um script para seguir um quaquilhão de pessoas alegando que, já que o twitter é tipo Babilônia e todo mundo se ama loucamente, todo mundo (ou quase, ou nem quase) que você seguir, o seguirá de volta. Quase um Nostradamus.
Aí a jornalista/blogueira/narradora de vídeo legal no youtube/apresentadora de um programa que eu nunca vi, a Rosana, vai e segue a galere toda. Eu fui seguida por ela e até achei, realmente, que ela queria ser amiguinha. Não consegui seguir ela por muito tempo, nem por conta do script, mas porque de gente que twitta demais já basta eu. Aí surgiu a Twittess que fez MassiveFollow também e todo mundo achou que era viral e que ela era fake mas, no final, ela não era e ficou fazendo mil e um testes na ferramenta (no twitter, não nessa que você pensou animal!). Oka, até Edney quebrou o brinquedo (também não é esse!).
My points:
1) Não sei quais os critérios que as pessoas usam para escolher os seus seguidos, mas o meu é o seguinte: eu vejo todo mundo que me segue, vejo a bio, dou uma lida na primeira página e, então, olho o número de seguidos para saber se não é spammer ou massive follow. Ah, vão me chamar de hipócrita agora? Joguem as pedras, eu tenho a minha defesa: se o cara é massive follow, com certeza ele lê coisas mais interessantes do que as que eu posso escrever e, claro, vai perder o interesse em mim quando eu mandar ele tomar no cu por não responder meu reply. Sacou? Então, passados todos esses critérios super minuciosos, eu sigo a pessoa e ela fica em um “período de experiência”. Se começa a me encher o saco, unfollow. Se não fala nada legal, unfollow. Se me xinga, unfollow. Se é preconceituosa ou racista de qualquer maneira, unfollow. Se manda links que eu não posso ver no trabalho, então, aí sim, é um follow que vale a pena.
2) Não me importa se a Rosana, a Tessália ou o Edney usaram (ou não) um script. Eu não sigo a Rosana porque ela é chata às vezes, a Tessália porque ela parece um robô (pode não ser mas parece) e sigo o Edney porque eu conheço ele. Além disso, ele mal twitta e não enche o meu saco.
3) Se o twitter me dá a imensa possibilidade de escolha, quase um Deus, então eu escolho quem eu sigo, você escolhe quem você segue e todos concordamos que Coca Cola é o melhor refrigerante do mundo. Sacou?
4) Claro que eu quero que muita gente entre no twitter, me siga, me apalpe e me diga que eu sou linda… Oras, vai que um dia, com a minha relevância lá (sim, o twitter é mais relevante que meu blog), eu não consiga algum dinheiro? Se não deu aqui, quem sabe lá né?
5) Gente metida, intrometida e cheia de razão me dá nojinho.
Falei, falei e não falei nada. Contei tudo e qual a conclusão final?
Twitter bom é twitter morto?!
Foda-se.