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Meu Veneno

Bang bang. I used to shoot you down.

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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

O conteúdo desse blog ficará absurdamente ruim daqui pra frente.

Porque eu pretendo fazer ele bombar na interwebs e ganhar algum dinheiro com ele.

Por que estou fazendo isso além de ter raiva de pessoas que não confiam que eu posso fazer um trabalho sério e de excelência?

Simples.
Estou fazendo porque eu posso.

Beijo na alcatra!

Jan
06

Tô ficando véia…

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Mentira, tô fazendo só 22 anos. Claro que, com uma vida que abusa do bacon e das gorduras saturadas, meu coração não é mais o mesmo…

Aniversariar é uma coisa bacana… Você fica super feliz com quem lembra e quer dar um tiro de 12 em quem esqueceu. Você ganha uma hashtag só sua (#kakahday) no twitter e recebe vários recadinhos no Orkut. Todo mundo te deseja paz, saúde, felicidades e esperança. Eu, como boa choradeira em propaganda de margarina, fico lisonjeada com o tamanho e a quantidade de carinho que eu recebo. Brota amigo do limbo pra me desejar tudibão no aniversário. Claro, o Orkut dá AQUELA ajudinha, mas sempre tem uns queridos que além de lembrar, ligam só pra me encher o saco.

Hoje o dia vai ser simplão. Vou almoçar comida japonesa com a Tata Chata (minha irmã), que vai me comprar um presente depois e a noite fico com o pessoal offline, que nem curte interwebs (mas todo mundo tem Orkut, vai entender)… Vamos comer pizza e jogar UNO a noite inteira. Notaram que no dia do meu aniversário eu só falei em comida, né? Pois é… HAHAHA

Amanhã é a festa pros chegados, stalkers e queridos da interwebs. Reservei uma mesa no O’Malley’s, um pub super legal em sampa (nada de cornetas por lá) e com uma bela cartela de chopps e cervejas para todos os gostos. Eu sei que o blog anda abandonado, mas fica o flyerzinho tosquérrimo que eu fiz porcamente no photoshops como um convite para TODO MUNDO. Porque em festa de aniversário, quanto mais gente, melhor!

Quer me dar um presente? DESEJA QUE EU CONSIGA LOGO UM EMPREGO. É o melhor presente que você pode me dar ;)


Depois é dia de desopilar, dia 9, sábadão, viajo com a Bê (a amiga japa) pra Bertioga pra curtirmos show de reggae na praia!

Jun
30

O Churras

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Aí que eu e o Metheoro dançamos macarena na frente do Center Norte, muito digno.

Aí que entra num carro eu, a Isa, a Luz, o Metheoro e o Mau, mais malas e mais nada, porque não cabia. No outro carro, a Dani, o Ado, a Ju, a Paulinha e o Toddy, o labrador da Dani, mais malas.

Aí que a gente chega no sítio do Castre, lá no fim do mundo.
Chuva, muuuuita chuva.

Aí tem carne, bebidinhas, conversas e mais conversas, cachorros insandecidos.
Fogueira, acesa com pinhas pra primeiro secar a madeira pra depois ela queimar.
Uma mão machucada.
Dani fez pinhão.

Aí dormir.
Acordar cedo, café, ver o cavalo. Mexer no cavalo. Não perdi o medo.
Comer, falar bosta, não falar nada, descansar, brrrr que frio.

Fatos:
Aí que o Metheoro é muito foda.
Aí que a Isa consegue lembrar de uma música com qualquer palavra que você disser.
Aí que a Luz tem uma risada super gostosa.
Aí que o Castre consegue acender uma fogueira de madeira molhada.
Aí que o Mau é um puta fotógrafo.
Aí que cada vez que eu vejo a Dani eu gosto mais dela.
Aí que o Ado ficou conversando comigo logo cedo.
Aí que a Ju e a Paulinha não queriam que eu tirasse foto delas, mas eu tirei.


E foi isso e foi bom demais!

(Foto por Mau – @maufotosFlickr)

Eu sou uma louca de livraria. Ok, não era pra chegar nesse ponto tão rápido assim, tipo ejaculação precoce, mas essa é a verdade.

Primeiro que se eu entrar na livraria eu faço um esforço descomunal para não sair de lá com nada. Só gosto de entrar quando eu realmente vou comprar, pra não cair em tentação.

Quando eu entro pra comprar, eu tenho que tomar outro cuidado imenso: o de não levar mais do que eu e meu bolso podem carregar. Significa que não dá pra comprar muito porque é o equivalente a uma quebra no mês seguinte. Claro, porque eu compro tudo no santo cartão de crédito.

Outra coisa, preciso de indicações. Já que eu não posso explodir o cartão, eu tenho que ir com pelo menos duas indicações e ficar indecisa única e exclusivamente entre elas. Quando não são indicações, é alguma boa alma que DEVE ir comigo pra me tirar do limbo caso eu vá cometer o pecado da gastação excessiva.

Fora isso, eu já li muito. Muito, coloca aí na balança, dos 11 aos 17 anos eu lia um livro por semana. Aliás, se eu tivesse dinheiro voltaria a fazer isso. O caso é, aos 13 eu me apaixonei por Machado de Assis. Aos 14, Maquiavel e Nietzsche iam passear comigo. E aos 15 eu me descobri no mundo novo de Aldous Huxley. Então, eu já li MUITO mesmo. Isso sem contar que meu gosto é meio bizarro e não é tudo que me atrai, que eu gosto e que me dá tesão de ler.

Porque ler é tesão, é o livro te chamar lá do cantinho dele, na prateleira, te seduzir o suficiente para você levá-lo para casa e devorá-lo. Assim, quase sexual mesmo.
Aliás, eu sou a prova viva de que não é só leitura que faz uma pessoa culta. Eu de culta não tenho nada.

Agora, o meu master ultra über problema: o vendedor.
É que, assim, precisa ser um vendedor inteligente. Não quero que o cara me dê uma aula de literatura, mas tem que ser alguém que tem o mínimo prazer em trabalhar ali e, principalmente, gostar e entender do assunto. Eu preciso que ele fique na frente do computador procurando os títulos e autores mais esdrúxulos pelo simples fato de que: EU PRECISO LER AQUELE LIVRO. E ele precisa saber do que se trata o livro tal quando eu perguntar. E ele pode me falar que esse autor é bom por causa disso e daquilo. E ele pode me falar que os outros livros do cara são bons. Entenderam o que eu quero dizer? Eu PRECISO que o vendedor me ajude. Senão eu volto lá no começo do círculo, na gastação.

Se eu compro um livro e não gosto, eu vou doá-lo. Senão, fica na minha prateleira e só sai de lá depois de assinarem um termo de devolução. O problema é que não quero que aconteça, de novo, de eu comprar 3 livros e doar os três. Não é egoísmo meu, não, é que boa leitura para mim é diferente da boa leitura para você. Sou egoísta sim, a ponto de querer que 1 em cada três livros seja merecedor (brincadeira) de ficar na minha prateleira, afinal, eu gastei um bocado com eles. Entenderam o ponto? Não né, eu já sabia…

Agora que vocês já sabem e entenderam (daquele jeito) como eu sou uma louca de livraria, por favor:

ME DÊEM BOAS DICAS DE BONS LIVROS QUE POSSAM IR PARA A PRATELEIRA!

E podem me dar a dica de um ruim (que pode ser ruim para mim) só pra eu doar, adoro boas ações :P

Apr
27

Minha dedada no Twitter.

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O Twitter tem tido repercurssão de tudo que é lado e de tudo que é jeito.

Saiu no Fantástico, na Época, na Folha Online, e é quase como o fenômeno Ronaldo Orkut.

Eu estou no twitter desde 2007, ou 2008, tanto faz. Twitter virou um ponto de encontro dos meus chororôs e de informação útil e inútil que eu absorvo. Essas informações ficam guardadas em algum lugar do meu cérebro, na verdade, elas ficam entre a vontade de comer e de cagar.

Já falei sobre o twitter, mas como os “mimimis” são constantes, queria dar uma dedadinha nisso tudo também. Dedadinha com lubrificante, que fique claro, não sou uma pessoa maldosa.

Assunto 1:

A galera “old school” do twitter da qual, creio, faço parte, está dividida: alguns acham lindo e maravilhoso mostras as fuças no show da (sua) vida e uns acham que o twitter vai virar um orkut e, aí, fodeu.
My point:

1) Não tem como o twitter virar o orkut. O famoso site de relacionamentos abre muitas possibilidades bacanas que, claro, muita gente não soube usar. São comunidades das mais inúteis, pessoas sem a menor noção do ridículo e mil e uma emperequetações que surgiram. Com o twitter não. Primeiro que você só segue quem você conhece/gosta/te acrescenta/já comeu, não dá para ser nonsense no twitter sem que alguém tire sarro instantaneamente de você e o máximo que você vai tornar o tal ridículo é colocando uma foto sua beijando a bunda da Xuxa de fundo.

Assunto 2:

O Marcelo Tas, apresentador do CQC, aquele careca gatinho que era o Prof. Tibúrcio, vai ganhar (já está ganhando, sei lá), da Telefônica para falar sobre o tal Speedy Xtreme. Estardalhaço, auê, caos e, para quê? Para nada, ele não vai cancelar o contrato com a Telefônica, não vai deixar de twittar e nem vai ficar de “explicandinho“. Ele vai encher os bolsos de dinheiro, vai ser super relevante e eu, você e muitos outros pobres mortais vamos chupar o dedo. Viu, quem mandou não estudar?

Aí foi um publicitário/jornalista/whatever com gosto capilar duvidoso e chamou o Tas de Homem-Sanduíche. Claro que eu imaginei, a princípio, o Prof. com duas colegiais e ele como recheio. Assim, até eu fico com inveja. Depois, como eu não sou estúpida, entendi a entonação: o tal falou que Tas era um daqueles que coloca o anúncio de Lan House e fica sentado na Paulista com cara de tacho porque não tem como não olhar para aquela criatura vestida com uma placa e não imaginá-lo como um dos personagens do Dr. Pepper.
My Point:

1) Falaram que é tudo um bando de invejosos. Eu tenho inveja mesmo, por isso, Tas: me arruma um biquinho na Band, no anunciante, eu viro até Tibúrcia. Pegael“.
Deixa ele, o twitter dele e meu cu em paz. Que saco, dinheiro fácil eu também quero. Aliás, estou pensando na minha candidatura a vereadora de alguma cidade bem pequena para poder viver na mordomia. Dã.

Assunto 3:

Ok, ao meu ver o estardalhaço estava controlado. Um mané foi lá e me posta um script para seguir um quaquilhão de pessoas alegando que, já que o twitter é tipo Babilônia e todo mundo se ama loucamente, todo mundo (ou quase, ou nem quase) que você seguir, o seguirá de volta. Quase um Nostradamus.
Aí a jornalista/blogueira/narradora de vídeo legal no youtube/apresentadora de um programa que eu nunca vi, a Rosana, vai e segue a galere toda. Eu fui seguida por ela e até achei, realmente, que ela queria ser amiguinha. Não consegui seguir ela por muito tempo, nem por conta do script, mas porque de gente que twitta demais já basta eu. Aí surgiu a Twittess que fez MassiveFollow também e todo mundo achou que era viral e que ela era fake mas, no final, ela não era e ficou fazendo mil e um testes na ferramenta (no twitter, não nessa que você pensou animal!). Oka, até Edney quebrou o brinquedo (também não é esse!).
My points:

1) Não sei quais os critérios que as pessoas usam para escolher os seus seguidos, mas o meu é o seguinte: eu vejo todo mundo que me segue, vejo a bio, dou uma lida na primeira página e, então, olho o número de seguidos para saber se não é spammer ou massive follow. Ah, vão me chamar de hipócrita agora? Joguem as pedras, eu tenho a minha defesa: se o cara é massive follow, com certeza ele lê coisas mais interessantes do que as que eu posso escrever e, claro, vai perder o interesse em mim quando eu mandar ele tomar no cu por não responder meu reply. Sacou? Então, passados todos esses critérios super minuciosos, eu sigo a pessoa e ela fica em um “período de experiência”. Se começa a me encher o saco, unfollow. Se não fala nada legal, unfollow. Se me xinga, unfollow. Se é preconceituosa ou racista de qualquer maneira, unfollow. Se manda links que eu não posso ver no trabalho, então, aí sim, é um follow que vale a pena.

2) Não me importa se a Rosana, a Tessália ou o Edney usaram (ou não) um script. Eu não sigo a Rosana porque ela é chata às vezes, a Tessália porque ela parece um robô (pode não ser mas parece) e sigo o Edney porque eu conheço ele. Além disso, ele mal twitta e não enche o meu saco.

3) Se o twitter me dá a imensa possibilidade de escolha, quase um Deus, então eu escolho quem eu sigo, você escolhe quem você segue e todos concordamos que Coca Cola é o melhor refrigerante do mundo. Sacou?

4) Claro que eu quero que muita gente entre no twitter, me siga, me apalpe e me diga que eu sou linda… Oras, vai que um dia, com a minha relevância lá (sim, o twitter é mais relevante que meu blog), eu não consiga algum dinheiro? Se não deu aqui, quem sabe lá né?

5) Gente metida, intrometida e cheia de razão me dá nojinho.

Falei, falei e não falei nada. Contei tudo e qual a conclusão final?

Twitter bom é twitter morto?!

Foda-se.

Ontem a febre, viral, hype, whatever foi o tal do “No Pants“, ou para bons brasileiros, “SEM CALÇAS“.

Primeiro: sim, achei suuuuuper divertido a galerë descolada tirar as calças em Sampa City. Imaginei que ia dar uma porção de merda, policiais, atentado ao pudor, gente presa e espancada. Nada disso, foi tudo legal e na paz.

Eu tiraria as minhas calças e sairia mostrando a minha bunda branca “cor-de-cera” por aí, numa boa, não fosse um porém.

Eu não sabia que o No Pants era ontem.

Se eu fosse, eu colocaria uma calcinha que eu tenho que é tipo um shortinho, super confortável, aperta um pouco na barriga mas é discreta e mostra todo o meu pudor de pessoa.

Mas eu não fui.

Ontem, logo cedo, eu me fodi porque eu tive que tomar banho em outra parte da casa. Não tentem entender. Só fica explanado que eu tive que ficar desviando da Vacachorra para ela não morder o meu pé, de pijaminha micro, recém saída debaixo do Edredon e num frio congelante de 15º que fazia naquela bela manhã zona lestina. Legal, tomei banho rapidão e fui tomar café. Eu não havia dormido a noite inteira porque estou com uma tosse maldita que me fez vomitar até o meu intestino delgado. Soma isso com o frio que eu passei. Adivinha só quem passou mal logo cedo?
Então, depois do banho e do café da manhã eu corri de volta pro meu edredon, ranquei toda a roupa (menos a calcinha) e me enfiei no meu cantinho quentinho. Me esquentei e tal e coisa e fui me trocar. A torneira do banheiro está com um vazamento bizarro e de vez em quando ela espirra. Por favor, não tentem entender também. CLARO que ela espirrou onde? Na calcinha. Fui procurar outra calcinha decente limpa e… CADÊ?

Não tinha.

Abre armário, gaveta e só o que eu acho é uma daquelas calcinhas que já virou calçola, que tem até um “fuinho” e que só uso para dormir. Não tem tu, vai tu mesmo. Coloquei a calçola e me senti a pessoa mais confortavelmente realizada da face da terra.

Entrei no Twitter ontem e, adivinhem leitores?
Dia de No Pants.

E é claro que eu não ia mostrar a calçola com furinho para ninguém. ¬¬


Amanhã sai o resultado da Promo dos Pés! E na semana que vem vai rolar promo só para meninas! Aguardem!

- Para ver fotos do No Pants Day, visitem o blog do Dolci!

Primeira:
Acorde 10 para as 6 da manhã com uma cólica terrível, daquelas de torcer o pescoço do primeiro ser vivo que ver na frente. O primeiro ser vivo foi a minha cachorra. Eu não torci o pescoço dela, mas deu vontade depois que ela mordeu minha canela bem onde a dita está machucada. Doeu, eu dei um berro e a cowdog (vacachorra) que eu tenho em casa pressentiu tremores terrestres após o berro e saiu rapidinho de perto de mim.

Segunda:
Suba em um ônibus lotado. Qualquer um ali sente-se uma sardinha enlatada ou qualquer coisa que desafia as leis da física e praticamente faz com que duas pessoas ocupem o mesmo espaço. Isso sem contar o motorista que tem o pé pesado e enfia ele com vontade na porcaria do breque. Aí sim entram todas as leis da física. Lembra quando você aprendeu na escola que quando um corpo está em movimento, ele tende a ficar em movimento? Então, é mentira. No ônibus você está tão grudado nas pessoas que te circular que o ônibus dá aquela brecada gostosa e você nem se mexe.

Terceira:
Passe do ônibus para o metrô e sinta que, em relação ao espaço não existe diferença. Em compensação, enquanto na cidade de São Paulo o calor atingiu bizarros 40 graus, o metrô deve ter atingido absurdos 50 graus, principalmente na linha verde que não tem nenhum tipo de ventilação. Aquele cheiro de metrô de manhã é daqueles que impregna. Isso sem contar que no metrô é possível perder a virgindade com a bolinação gratuita. Conselho para as meninas: não fiquem de costas para as portas.

Quarta:
Saia no SOL. São Paulo tem um sol+poluição+baixa umidade do ar dignos de fazer o Saara parecer um local agradável de se viver. Ok, exagero, mas eu sinto quase isso. Não paguem passagens para eu conhecer o Saara, não faço questão. Se querem me mandar para algum lugar, mandem-me para um bem frio. “Lá” onde você pensou eu não quero, ok?

Quinta:
Suba ladeiras, assim mesmo, no plural. Daquelas bem inclinadas. BEM inclinadas. Quem conhece Perdizes sabe do que eu estou falando, mas juro que às vezes olho para algumas ruas e vejo um abismo. Se um carro tem que subir em primeira, eu tenho que subir em -2.

Realizem uma Kakah suada depois de pegar ônibus, metrô e sol, com cólica e subindo ladeira. Quem imaginou que eu falei todos os palavrões que eu conheço e desconheço, SUPER ACERTOU.

BOM DIA!


Sentiu o drama? ENTÃO NÃO ENCHE.

Amo vocês, seus putos.

Jan
08

A Festa

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Quando?
Sexta, amanhã, 09/01 à partir das 21 horas.

Onde?
No The Clock, bar rockabilly. Rua Turiassú 806, Barra Funda, São Paulo.
Stalkers serão reconhecidos e barrados na porta.

Como?
Caracterizado, se quiser. Anos 50/60.

Por que?
Porque eu quis assim, porra.

Quanto?
Veja NESTE LINK. Rola fazer o cadastro e ter um desconto.


A banda que vai tocar é foda. Quero casar com aquele vocalista e ter filhos rockabilly com ele.

Sim, eu vou caracterizada e foda-se. Me verão de topetão, saião e dançando.

Double cuba libre. Com mais ênfase: DOUBLE CUBA LIBRE prá embebedar todo mudno.

Quem quiser ir que vá.

Nem adianta tentar agradecer todo mundo que me deu parabéns, todo mundo que me conhece pessoalmente, que me conhece por causa do blog, que me conhece por causa do twitter, as pessoas que fazem um bem danado prá mim e aquelas que não fedem nem cheiram mas que se lembraram de mim e fizeram com que eu passasse a olhar diferente para elas… Não é tão fácil agradecer.

Agradecimentos tem que ser sinceros e os meus serão, mas não serão suficientes. Não tem como agradecer por todos os momentos em que eu soltei os cachorros aqui no blog e o pessoal comentou falando prá eu continuar com essa joça, não existe uma maneira de computar o que eu sinto cada vez que falo que não estou legal no twitter e vem um monte de gente me desejando melhoras, não tem como contar os abraços apertados, as beijocas estraladas na bochecha, as presenças quando eu precisava, o calor humano, os porres, as baladas…

Me desculpem os mal amados, mas esse post de aniversário tem que ser bem meloso e vomitável.

Eu queria citar nomes mas eu eventualmente esqueceria de alguém e isso é muito, muito feio, porque qualquer pessoa que passe na minha, mesmo que super rápido e nem pare, é especial. Pessoas são feitas de experiências, de segredos, de olhares e cada vez que uma pessoa passa pela nossa vida ela deixa um pouco dela, mesmo que seja aquela maldita primeira impressão. E conhecer pessoas é o que dita quem somos e como somos, ter pessoas importantes na nossa vida é sinal de que no fundo nem somos tão egoístas assim e ter com quem conversar é uma benção.

Quero agradecer primeiro a minha família, porque eles me aturam com uma paciência de cágado nesses 21 anos.
Logo em seguida, vem os amigos de looooonga data, que além de me aturarem, já jogaram ovos em mim e ouviram as minhas lamentações sem sentido.
Aí vem os amigos novos… Isso, você aí está incluso neles que eu sei… Os amigos que seguraram a minha barra quando eu estava neurótica nessa cidade nova que eu chamo de casa e que eu amo prá c*ralho… Os amigos que disseram que tudo ia ficar bem, aos que passaram meu currículo para que eu conseguisse um emprego, aos que me deram uma chance, aos que me deram esperança, aos que sonharam comigo, aos que zoaram comigo, aos que beberam comigo, aos que dançaram comigo, aos que me chamaram de estúpida e idiota, aos que tiveram vontade de me bater e aos que torceram para a energia acabar e eu parar de twittar…

Ei, vocês são especiais. Eu sei que eu sou insuportável às vezes (ok, quase sempre), mas saber que vocês me suportam, me aturam e até gostam um pouquinho de mim… Isso já me faz a pessoa mais fodidamente especial do mundo todo (pelo menos na minha cabecinha de janta).

Obrigada.

Adoro gente que se ofende por qualquer merda pelo simples fato de eu ficar falando um monte de merda só prá provocar. Claro que tudo tem limites, depois que as pessoas choram eu costumo parar e tal. Se elas vomitam, também. O caso aqui é que brincadeira ou não, flames tem limites.

Não vou ficar falando dos mimimis alheios, esse mimimi é totalmente meu e ninguém tasca. Tira o dedo, mané, falei que ninguém tasca!

Vou falar do meu mimimi então.
Acho que ninguém mudou tanto a porra do endereço do blog quanto eu. Em alguns dias essa joça vai completar dois anos de idade. Uma criancinha mimada e pentelha que fala demais. Pois então que um belo dia resolvi meter o bedelho nessa porra de “blogosfera” e enfiei o tal com força e vontade, achando que ia ter alguma recompensa depois. Então, dizem as putas que alguns clientes não pagam e até vale a pena, mas dessa vez em saí no prejuízo. Eu dispensei muito tempo em discussões idiotas, em posts inflamados sobre pessoas desinteressantes (sim, é sobre você mesmo que eu estou falando) e percebi que essa merda absolutista de pseudo-celebridades é uma puta papagaiada, mas o engraçado não são as pseudo-celebridades e sim os pseudo-odiadores-das-celebridades, assim, cheio de hífens.

Dizem as más línguas e umas boas também (boas que eu tenho vontade de morder e nada mais, ok?) que eu sou “pop”. Acho esse termo bem bobinho, bem 1990, mas vamos fingir que eu seja old school e me ache suuuuuper importante por ser da ala “pop”. Pois bem, o que eu ganhei sendo “pop”? Hã… Alguns fãs incondicionais, uns parcos amigos de verdade e umas fodas bem dadas, assim, sem pudor mesmo… Dinheiro que é bom, nada. Mas eu não reclamo não, eu admito que me divirto prá caralho com gente que gosta de mim ou que me odeia mortalmente, ambas as vertentes são bem vindas.
Só que com essa pseudo-fama que algumas pessoas acham realmente que eu tenho, começaram as fofoquinhas. Bem “inhas” por sinal porque ao contrário de gente que se expõe totalmente, eu guardo a maioria das coisas só prá mim porque eu sou egoísta… As fofoquinhas acabam acabando (sim, com redundância) e eu continuo seguindo. Maaaaaas, e agora vem o mas e é a parte mais legal… Eu cansei das fofoquinhas e resolvi chutar o balde. Eu meti o bedelho com força, não tive retorno mas agora virou diversão… A situação toda é risível, é uma puta ilusão alienista, tipo plano MIB ou experiência social em massas! Hahahaha!

Enfim, apresentarei as minhas teorias conspiratórias na Campus Party.

E agora eu vou matar os ditos fofoqueiros de curiosidade mórbida…
Enfim, quem viver, verá! HA-HA-HA (insira a risada do mal de sua preferência aqui).