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Sessão Nostalgia | Meu Veneno

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Bang bang. I used to shoot you down.

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Archive for the ‘Sessão Nostalgia’ Category

Eu e a Bubu éramos inseparáveis na época do colegial. Ela era gordinha, tinha as bochechas rosadinhas, usava óculos e gostava de Backstreet Boys, então foi amor à primeira vista, sabe? A gente se juntou com a Karina e a Tatão e formamos um grupo inseparável, incomparável e CDF pra caramba. É, o nosso passado nos condena mas QUEM LIGA?

O tempo passou, a gente deu aquela distanciada básica (faculdade, trabalho) e, com o maravilhoso advento do Orkut, eu ainda mantenho contato com a Bubu… Qual não foi a minha surpresa em saber que a Bruna, a minha Bubu, minha amiguinha, casou esses dias e tá grávida?

Juro, eu quase cai da cadeira. Primeiro porque eu tô me achando A IDOSA desde já.
Segundo que eu estou extremamente feliz!

Domingo que vem é o chá de cozinha, logo tem o chá de bebê… E eu só posso desejar uma coisa pra minha “sister”:

FELICIDADE

Além do aviso de que: eu serei a tia que vai estragar essa criança com mimos e ensinando coisa errada, tipo soltar peido e dar risada.

Eu fingia que tocava e ela fingia que gostava!

Eu fingia que tocava e ela fingia que gostava!


Foto de 2003… Eu tinha 15, a Bubu 13 (ou 14?)

Todo ano eu falo sobre meus professores, seja pra lembrar de alguma coisa que eu aprontei na escola (TENSO), seja pra mimá-los com palavrinhas fofas. Esse ano, vou falar de uma pessoa específica, alguém que me marcou e que, de certa forma, continua comigo.

Duvido que vocês tenham tido uma professora de cabelo azul (ou roxo, ou cinza, depende do humor). Eu tive. Uma professora toda hippie que sentava em posição de yoga NA MESA, que nunca desenhou bem (a Itália é sempre uma bota, easy) e que beliscava e fazia cócegas na gente de vez em quando. O legal é que, mesmo assim toda “louca”, todo mundo respeitava ela, era uma lenda dentro da escola.

Popô é professora de escola. O nome real é Maria Paula. E, como toda boa professora de história, a aula dela era mais falar do que copiar do que qualquer outra coisa. Ela falava e falava e falava e, por mais bizarro que fosse, todo mundo aprendia. Enquanto falava, ela fazia perguntas estratégicas, colocando-nos em situações do cotidiano para facilitar o entendimento.

Independente dos métodos, Popô ensinava todo mundo a pensar. Quantos professores fazem isso hoje em dia?

Meu priminho tem 5 anos e está na escolinha, sendo alfabetizado. A professora ensinou as vogais, não ensinou a ordem correta do alfabeto (ele não sabe o que tem entre A e Z) e ensinou sílabas. Ele lê, claro que lê, é decoreba, mas ele não faz idéia do que as palavras significam, ele não tem a menor noção de interpretação e, tadinho, ele vai ter uma enorme dificuldade com gramática quando começarem as regrinhas: “não pode n antes de p e b” ou “palavra nenhuma começa com ç”.

Na faculdade, muita gente não entende LHUFAS de sociologia e, inclusive, criticam o currículo da faculdade por ter uma coisa tão “obsoleta”. Sociologia é fundamental para a convivência em sociedade, mas o professor não vai lá na frente e explica isso, ele passa um monte de coisas pra gente copiar e quer que, com uma explicação muito porca, possamos realizar “debates” em sala de aula.

Eu adoro uma utopia e no meu mundo perfeito, todos os professores são como a Popô: eles nos ensinam a pensar.

Parabéns pelo seu dia, Mestres, mas pensem também em como andam fazendo o seu trabalho.

Feb
16

Nostalgia: mural de fotos.

Posted by kaka under Sessão Nostalgia

Esses dias estava eu, em casa, sem nada para fazer (prá variar) e decidi dar uma olhada numas caixas imensas que continham um tesouro sem valor material: FOTOS.
Muitas e muitas e milhares de fotos da minha família, da minha infância, do início da minha adolescência, da minha formatura e dos tempos em que a minha maior preocupação era prestar atenção na aula de química prá não bombar.

Como vou mudar em breve, decidi que eu tinha que selecionar algumas daquelas fotos para levar comigo e montar um mural. Ok, é super ultrapassado ter um mural de fotos em tempos de máquinas digitais, mas sei lá, queria deitar todo dia na cama e ver aquelas fotos.

Na época da minha irmã, e só estou falando assim prá tirar um sarro e chamar ela de velha caquética (o que ela não, fato), os murais de fotos eram de cortiça e as fotos eram pregadas com tachinhas. Em algum momento da história alguém teve a brilhante idéia de fazer o mural com uma placa de metal e colocar as fotos lá com imãs.

Claro que o mais gostoso nessa brincadeira é selecionar as fotos e constatar que:
- Eu estava uma baleia no dia da minha formatura. Eu quero esquecer aquele dia prá sempre porque eu fiz uma merda muito grande e não estou falando de ter mostrado a bunda prá geral de propósito. – Eu saio melhor nas fotos sem óculos.
- Alguns amigos ficam prá sempre e pronto.
- Saudade dói demais, putz grilo.
- Galera é galera, goró é goró.
- Não é nada bonito tirar fotos alcoolizado. Fica a dica.
- Tirar foto dos outros dormindo é legal, dá ataque de riso.
- Tirarem foto sua dormindo é péssimo, dá ataque de vergonha.
- Aliás, amigos servem prá despertar vergonha alheia. Por isso amo eles.
- Dói ver a foto de alguém que a gente não pode mais abraçar.
- Fotos com crianças te assustam. O tempo corre.
- Fotos de caretas te fazem sentir ridiculamente feliz.

É, selecionar as fotos além de divertido, vai ser uma boa reflexão.

Eu e Bruna - 2003

Eu fingia que tocava e a Bru fingia que gostava. 2003. Bons tempos.

Mar
21

Oláááááá Enfermeira!

Posted by kaka under Sessão Nostalgia

Se tem um desenho que eu adoro e que eu posso assistir dez vezes e ainda assim eu vou rir muito, é Animaniacs.

Yakko, Wakko e Dot e todos os outros da gang (incluindo “Pinky e Cérebro” e “Slappy e Skippy”) eram o ápice da minha diversão matinal… Bons tempos…

E buscando os meus queridos bichinhos, achei um site muito bom com vários bancos de dados de desenhos Warner, o Non-Stick. Para os aficcionados por desenhos Warner como eu – incluindo Looney Tunes, esse site é um achado!

Tem também todos os dados dos Animaniacs na Wikipédia.

E para completar, vídeo mega-super-ultra-tera engraçado dos Animaniacs dançando uma das mais famosas e constrangedoras músicas do século XX: MACARENA!

E achei esse site aqui, o Retro Junk que fala sobre comerciais, vídeos, aberturas de programas de TV, mas o site é todo em inglês, não é tudo que passou aqui pelo Brasil! Aliás, se alguém souber de um site do gênero para me indicar eu fico feliz! Hahaha!

E essa foi a nossa Sessão Nostalgia, amanhã voltaremos com a programação normal!

Um beijo e um queijo!
;)

Top Top de músicas que eu ouço na “fossa”.

Nem preciso comentar né?!

Ok.

1 - The Scientist (Coldplay)
Essa merece vir com o clipe junto. Triste ao extremo, é o tipo de música que me faz chorar na hora. A voz do Chris Martin contribue para a emoção intensa da música e buá.

2 – Creep (Radiohead)
Essa música é um dos karmas da minha vida. Ouço e penso na letra e choro. Eita manteiga derretida! Radiohead é uma das melhores bandas que conheço, mas essa música… Aiiiiii!

3 – Beautiful (Christina Aguillera)
Eu ainda não sei se eu gosto ou não dessa música. Lembro do ep. do House, com a menininha com câncer… Mas essa música é do tipo “injeção de ânimo na fossa”, tipo como: “Levanta dessa porra de cama, vai tomar um banho e vamos fazer compras!”

4 – Wonderwall (Oasis)
Sim, esta aclamada música é top das minhas ceninhas de fossa! Acho que ela é linda demais, fala verdades demais e é o que me acalma um pouco nesses momentos.

5 – Black (Pearl Jam)
Essa me trás memórias maravilhosas e eu choro de saudade. Nem é fossa, é saudade, apesar de eu achar fossa e saudade sinônimos. Acho que essa música me lembra “tatuagens não saem da pele”. Sim, metáfora.

6 – Plush (Stone Temple Pilots)
Adoro essa música e é a primeira que eu ouço quando preciso sair da fossa. Por que?! “and I feel it”!

7 – Ana’s Song (Silverchair)
Essa música é um release mal feito de relacionamentos então vigora na minha versão fossa. E quando o Daniel Johns canta “Please die Ana” me dá vontade de pular pela janela. Sim, metáfora de novo.

8 – Dust in the wind (Kansas)
Ok, tem várias versões para essa música, mas eu particularmente gosto dessa e essa é a mais linda e mais fossa e ouvir a música diz tudo e mais um pouco.

9 – Truly Madly Deeply (Savage Garden)
Essa entrou prá lista à pouco tempo, tem e não tem muito de fossa, depende do ponto de vista. Eu gosto da banda, gosto do som e a letra dessa música é linda demais. “A deeper meaning, yeah.”

10 – Stars (Simply Red)
Ok, quem me conhece muito bem já sabia que tinha que ter pelo menos uma música deles aqui. Amo Mick Hucknall, sou completamente apaixonada por ele e pela voz maravilhosa dele e a banda é perfeita e pronto. E essa música é fossa sim tá, bem prá quem levou o fora e quer ficar lamentando o que perdeu!

 —

Chega de fossa, por favor vai.
Buá. Buá.

Beijocas ;)

Nossa, quanto tempo que eu não faço uma sessão nostalgia?! Muuuuuito tempo! Hahaha!
Mas hoje o Zé Luiz me deu uma luz e eu me inspirei prá falar de filmes antigos, daqueles que já até pararam de passar na Sessão da Tarde, mas são bons!

Como fiquei na dúvida se era uma Sessão Nostalgia ou uma Sessão Pipoca e Guaraná, resolvi colocar os dois. Acho que ninguém tá muito interessado no título mesmo, nem sei porque ainda me preocupo com isso!

Eu vou falar de um filme que é um clássico da Sessão da Tarde, mas que de alguma forma me marcou. Na verdade, acho que é um filme que me acompanhou durante toda a minha infância, que me fez rir muito e que me fez adorar a Cindy Lauper.

Com vocês:
Os Goonies!

Os Goonies são um clássico e cabe bem em Sessão Nostalgia, afinal o filme é de 1985 e é de um trio de peso: escrito por Steven Spielberg e Chris Columbus e dirigido por Richard Donner.
A música tema do filme está na voz da Cindy Lauper “The Goonies ‘R’ good enough” e eu comecei a adorar a Cindy Lauper desde pequena hahaha!

A história é a seguinte. Os Goonies vão perder seus lares, querem construir um campo de golfe onde são suas casas e como seus pais não tem dinheiro para pagar a hipoteca… Mas Mikey não se conforma com isso e junto com seus amigos, resolvem seguir um mapa de um tesouro antigo para salvar suas casas. Ao mesmo tempo, a família Fratelli foge da prisão, na verdade, só o filho mais velho da Mama. Mal desconfiam as crianças que a família Fratelli mora exatamente onde começa a jornada deles rumo ao tesouro… Em um velho restaurante de veraneio aparentemente abandonado, debaixo da lareira, um túnel cheio de armadilhas…
Os medos e a coragem de Mikey, a proteção do Brand, o bom humor do Bocão, a Andy e a Stef, que nunca deixaram de acreditar no tesouro, o Dado com suas invenções malucas… E cadê o gordo?!
Hahaha! Essa parte é demais!!! A família Fratelli captura o Gordo e em uma tentativa frustrada de fazê-lo falar onde seus amigos estão, ele acaba preso junto com o Sloth, o filho deformado da Mama, mas que é muito bom e carente… Aliás, ele é o único bonzinho da família Fratelli! Sloth e Gordo que acabam salvando seus amigos…

Sinceramente, não entendo porque esse filme me marcou tanto. Eu ainda morro de rir com o “soco mecânico” do Dado e com o beijo da Andy e do Mikey… Mas não é pela risada, é o filme todo… A coragem deles, mas ao mesmo tempo tem o “eu quero a minha mããããe”… Acho que tudo no filme é diferente. Uma história diferente, um contexto diferente e uma aventura diferente. A aventura é toda maluca, cheia de contratempos… E muita aventura! Hahaha!

Espero que todo mundo já tenha visto esse filme, duvido que alguém ainda não tenha visto na verdade… Mas é um clássico!
Aliás, estou atrás do DVD dele! Hahaha! Se alguém souber onde tem, baratinho, eu quero!

Aqui está a lista do elenco, aqui tem uma ficha técnica muito boa.

Fontes: Wikipédia, Adoro Cinema e Cinepop.


Espero que tenham gostado! Hehehe!

Estou tentando fugir da linha super séria que o blog estava tomando. Não sou uma pessoa das mais sérias hahaha!

Obrigado mais uma vez pessoal que estra e comenta, que lê e que gosta. Espero estar correspondendo à altura! Hahaha!

Beijocas e paçocas! Amanhã eu JURO que eu faço um post especial sobre comidas típicas de Festa Junina, que eu estou devendo! Aliás, vou falar de quadrilha também, porque eu adoro!

May
13

Sessão Nostalgia

Posted by kaka under Kakazices, Sessão Nostalgia

Um dos melhores desenhos, pelo menos na minha opinião, é a vida dos Flintstones.

Adoro essa família pré-histórica, mas totalmente moderna e diferente!

E gosto dos filmes também…

Aí olha só o que eu achei!

Isso aí, a música oficial do The B-52’s!


Sem tempo pessoal!
Estudando demais!
Zé Luiz, obrigadão por tudo!

Beijão gente!
Desculpem!

Bom, quem me conhece sabe que eu adoro uma boa Nostalgia. Sou fã de bandas antigas, de objetos antigos e também de valores antigos.
Hoje vou falar de um marco na música, no mundo e na visão de muita gente.

Foi o festival de música Woodstock, com sua primeira e melhor e para mim a única edição, em 1969.

Achei um texto ótimo no Café Music, que é um site que eu admiro muito, vou fazer um resuminho básico.

O mundo estava em crise, em fins de Guerra Fria e buscando uma utópica paz. Não tão utópica para 4 jovens: John Roberts, Joel Rosenman, Artie Kornfeld e Michael Lang, que idealizaram e fizeram o festival. O começo foi meio por capitalismo, mas o Festival tomou grandes e importantes proporções, quando 450 mil pessoas foram para o campo curtir 3 dias de paz, amor livre, drogas e muito Rock.

Tá e onde é que Woodstock mudou alguma coisa?!
Tá aí a opinião da Chris Bueno que escreveu a matéria para o Café Music:

“O evento tornou-se um verdadeiro ícone da contracultura. A força jovem e a liberdade assustaram os mais velhos e conservadores. As dimensões de Woodstock foram além das 450 mil pessoas reunidas no festival, tanto que as discussões sobre sua importância persistem, mesmo 3 décadas depois. E até hoje o evento divide opiniões.

Muitos dizem que Woodstock foi o fim de toda a ingenuidade e utopia que cercavam os anos 60. Outros dizem que foi o apogeu de todas as mudanças e desenvolvimento na sociedade. Mas todos concordam que o festival foi um marco importante não só para a história da música, mas para a história do homem.”

Pois é pessoal… Isso é Woodstock. Milhares de pessoas reunidas por um ideal, por um protesto, pela paz! É bonito?! Eu acho… E acho que foi, é e será muito importante, para nós e a geração futura. Nós somos jovens ainda… Nós somos poderosos, temos o mundo na mão… Mas só estamos acabando com o mundo… Eles fizeram isso depois de Woodstock, mas eu queria que nós nos inspirássemos no que foi Woodstock de verdade, na consciência, na paz, no idealismo, no fim da utopia, para mudarmos o nosso mundo de hoje, o mundo que a gente tá terminando de destruir!

Quer saber quem tocou em Woodstock? Clique aqui!
E tem um blog ótimo que eu achei, Os Dias da Música que tem um post inteiro sobre Woodstock, clique aqui para conferir! Esse post mostra o lado capitalista que eu falei no começo do post.
Tem esse outro site aqui que tem um monte de informações legais!
Vídeos de Woodstock? Só clicar aqui! Atente para os vídeos da Janis Joplin, ótimos!


Espero que tenham gostado!
Não sou contra nem a favor de Woodstock. Foi um momento crucial para o rock e para o mundo sim, pelas proporções que tomou… E pela sua utopia, claro.

Beijinhos pessoal, obrigado pelos comentários…

Mar
23

Sessão Nostalgia!

Posted by kaka under Sessão Nostalgia

A volta da Sessão Nostalgia em grande estilo hehehe!

Ai vem o Chaves, Chaves, Chaves, todos atentos olhando prá TV…

Pois é, resolvi falar do Chaves!

Eu sou uma fã incondicional do Chaves, para mim ele é mais do que um velho vestido de menino, para mim ele é um menino mesmo, um garoto levado, sapeca, travesso e muito espirituoso!

Peguei uma descrição da série em um site que eu achei perfeita!

O que fez essa produção se transformar num sucesso absoluto entre as crianças e adultos? Resposta: Autenticidade.

Chaves têm em seu conteúdo a expontâneidade infantil com sutilezas poucas vezes vistas na TV. Esqueça o cenário mal feito, a dublagem sem sincronização e todos os outros defeitos especiais. Veja Chaves pelos olhos de uma criança e você entenderá o porque do carisma desses mexicanos que criaram personagens tão mambembes quanto os nossos saudosos Trapalhões.

Pois é…

O Chaves é simplório, sutil e, eu acho que isso é o mais importante, simples!
São tiradinhas que me fazem rolar de rir no sofá…

“Isso, isso, isso, isso…”
“Ninguém tem paciência comigo…”
“Gentalha, gentalha, gentalha, Brlll…”

Os bordões, as músiquinhas, tudo é contagiante, a alegria dos personagens é contagiante…

Vamos ver se eu lembro de todo mundo…

Chaves: é o personagem principal da série, é um garoto de “rua” que mora em um barril. É simples, honesto e fala demais!

Seu Madruga: famosíssimo personagem da série, é um vagabundo, preguiçoso e rabugento morador da vila. Vive se metendo em encrenca com a Dona Florinda, é o Pai da Chiquinha e tem uma dívida eterna com o Seu Barriga, o “dono” das casas da vila, porque nunca paga o aluguel.

Chiquinha: filha do Seu Madruga, ela vive encrencando com o Chaves e o Kiko. Quando se vê ameaçada chora aos berros e ninguém entende o que ela fala.

Dona Florinda: é, talvez, a moradora “rica” da vila. É a mão do Kiko, vive mimando o moleque e vive encrencando com o Seu Madruga. Paga o aluguel ao Seu Barriga em dia. É apaixonada pelo Professor Girafales.

Kiko: é um menino chato e mimado. Vive de encrenquinhas com o Chaves e a Chiquinha e acaba sempre irritando o Seu Madruga.

Professor Girafales: ama a Dona Florinda e dá aulas para as crianças na escola. Odeia quando o chama de Professor Linguiça, mas ele bem que merece o apelido.

Seu Barriga: é o dono das casas da vila e vive cobrando o aluguel do pessoal, mas nunca consegue o aluguel do Seu Madruga, que vive atrasado. Gosta muito do Chaves, apesar de sempre ser recepcionado por ele de formas bem inusitadas.

Nhônho: filho do Seu Madruga, é a cara dele! É um moleque dos mais inteligentes, mas como é gordo, nunca tem muito crédito com a turminha.

Pop’s: a voz fanha é a marca registrada dessa menininha mimada, que sempre que irritada ameaça contar o acontecido para sua mãe.

Bruxa do 71: é uma velha chata e rabugenta, apaixonada pelo Seu Madruga, vive encrencando com as crianças, que morrem de medo dela.

Bom, acho que eu lembrei de todo mundo né?! Se eu não lembrei me avisem!

Mesmo “velha”, eu ainda dou muita risada com o Chaves. As piadas são sempre as mesmas, mas o jeitinho, os trejeitos de cada personagem, me fazem rir ainda!

Não sei se todo mundo teve a oportunidade de ver o Chaves, mas quem não teve, deveria procurar ver e entender sobre a “magia” que eu estou dizendo…

“Você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda… E amanhã velho será, velho será, velho será…”


Obrigado pelos comentários pessoal!
Beijão grande prá todo mundo!