Quando eu chego perto de gente que eu julgo muito mais inteligente que eu (inteligente sim, superior nunca, fica a dica), parece que minha parte inteligente pensa “você não vai precisar ser inteligente, esta pessoa fará tudo por você” e vai passear.
Aí fodeu, porque quem entra em cena é a parte burra.
A parte burra já me fez passar vergonha master na frente do Inagaki, do Doni e de mais uma parte (mínima) da blogolândia. E se eu soubesse que o Cardoso era o Cardoso logo que eu conheci ele, certeza que a Kakah Burrinha falaria algo bem estúpido e impróprio.
A última vez que uma cena fatídica dessas aconteceu, foi quando eu falei com um cara por quem eu fui suuuuper apaixonadinha nos tempos de adolescência, tipo que hoje ele tá feio e nem faz mais o meu topo, mas ele é dono da única livraria da cidade (ah, eu mudei, isso não interessa agora) e ele sempre foi o super inteligente. Aí a parte burrinha resolveu das as caras no seguinte diálogo surreal:
- Oi, me indica um livro?
- Depende, do que você gosta?
- Ah, gosto de suspense, mistério, policiais. Nada de romances, detesto.
- Eu gosto de romances.
- Ah, então você é mesmo gay! Eu sabia!
- Eu sou casado.
- Falei merda?
- Falou.
- Me indica um livro?
Insira uma mula aqui. Beijos.













haha,é verdade!
isso acontecia muito comigo.
Mas é só uma questão de confiar um pouco mais em si mesmo.
Ainda dô umas gafes. hehe
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kaka Reply:
June 22nd, 2009 at 1:51 am
Eu vivo dando gafes!
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err.. em se tratando de livros, um romance é simplesmente uma história dividida por capítulos, não quer dizer que é a busca eterna do amor.. o_O
eu nao te reconheci kakah!
^^
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kaka Reply:
June 30th, 2009 at 9:13 pm
Não, a conotação dele foi “gosto de livrinhos tipo Sabrina”… É uma questão de visualizar o cara chorando, teeeeenso.
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Ele pode ser gay e casado. Fica a dica.
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