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2009 April | Meu Veneno

Meu Veneno

Bang bang. I used to shoot you down.

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Archive for April, 2009

Apr
28

A gripe suína

Posted by kaka under Dicas e Utilidades

Tem alguns dias que um assunto vem assombrando a galere toda nesse mundão de meodeos: a gripe suína.

Óinc óinc, eu sempre gostei de leitõezinhos, que são bichos quase fofos e sempre tive medo de porcos de verdade porque eles me lembram Hannibal Lecter.

Tanto faz, agora dizem que os suínos estão transmitindo uma gripe e o foco é o México. Eu nunca gostei do México, nos filmes os vilões malvadinhos sempre tentam fugir para lá e sempre que mostra, parece um semi árido brasileiro e, cá entre nós, sair do conforto da minha casa para viajar até o México se eu posso ver tudo isso aqui no Brasil mesmo é meio nonsense. Claro que eu estou, muito provavelmente, enganda e vão vir aqui me xingar, falando que o México e lindo e tal e coisa. Grande merda.

Aí estamos em risco de pandemia que a tal gripe pode oferecer. Todo mundo com o Influenza (vírus da gripe) mutante que vem dos porcos (?!). Agora, se vocês acham que eu vou ensinar métodos de prevenção da gripe suína, se foderam, não é nada disso.

Vamos aos fatos:

1) No começo do ano a OMS (Organização Mundial de Saúde) disse que a américa latina ia sofrer com uma possível epidemia de gripe. Isso em JANEIRO.

2) Estamos em crise econômica mundial.

3) Alguns dias atrás todo mundo tirou sarrinho do Lula quando o Obamis Obama falou que ele “é o cara!” (detalhe: comeram o cara). Então, isso rolou em um encontro de grandes líderes.

4) Coisa de semanas depois, os porcos mexicanos começam a espirrar.

5) O mundo virou otaku.

Oi?!
Será que só eu percebi uma ligação entre tudo isso?

Quando o mundo começa a ficar “muito cheio” sempre dão uma limpada, às vezes com ajudinha de algum megalomaniaco, às vezes com algum vírus mutante… O que acontece agora é que estamos no meio de uma puta crise econômica e alguém tem que lucrar o suficiente prá economia continuar girando. Adivinha quem? É a vez dos farmacêuticos!

Não só isso… Quando se fala em “gripe, pandemia, febre alta”, a cabeça das pessoas, que é uma maquininha que ninguém entende, começa a processar essas informações e aí, já viu… Todo mundo acha que está com febre, com dor no corpo, fodeu, suinou. É muito mais psicológico do que viral, aliás, não tem como não associar as duas coisas, fato é que o vai ter muita gente “pegando” a tal gripe e, quando não morrer da tal, vai acabar cometendo suicídio e coisas assim… Tipo quando anunciaram o fim do mundo ou quando Chernobyl “vazou” e todos seriam mutantes a partir de então.

Ok, puta viagem da minha cabecinha de janta.

Atchim.



Este post é uma grande ironia. Todo o conteúdo dele saiu da minha cabeça e ninguém é obrigado a concordar, gostar ou acreditar. Aliás, estou a pensar seriamente em seguir a carreira de stand up. Rafinha, pegael.

Se você quiser saber de verdade sobre a Gripe Suína, tem gente tratando do assunto com seriedade.

Apr
27

Minha dedada no Twitter.

Posted by kaka under Uncategorized

O Twitter tem tido repercurssão de tudo que é lado e de tudo que é jeito.

Saiu no Fantástico, na Época, na Folha Online, e é quase como o fenômeno Ronaldo Orkut.

Eu estou no twitter desde 2007, ou 2008, tanto faz. Twitter virou um ponto de encontro dos meus chororôs e de informação útil e inútil que eu absorvo. Essas informações ficam guardadas em algum lugar do meu cérebro, na verdade, elas ficam entre a vontade de comer e de cagar.

Já falei sobre o twitter, mas como os “mimimis” são constantes, queria dar uma dedadinha nisso tudo também. Dedadinha com lubrificante, que fique claro, não sou uma pessoa maldosa.

Assunto 1:

A galera “old school” do twitter da qual, creio, faço parte, está dividida: alguns acham lindo e maravilhoso mostras as fuças no show da (sua) vida e uns acham que o twitter vai virar um orkut e, aí, fodeu.
My point:

1) Não tem como o twitter virar o orkut. O famoso site de relacionamentos abre muitas possibilidades bacanas que, claro, muita gente não soube usar. São comunidades das mais inúteis, pessoas sem a menor noção do ridículo e mil e uma emperequetações que surgiram. Com o twitter não. Primeiro que você só segue quem você conhece/gosta/te acrescenta/já comeu, não dá para ser nonsense no twitter sem que alguém tire sarro instantaneamente de você e o máximo que você vai tornar o tal ridículo é colocando uma foto sua beijando a bunda da Xuxa de fundo.

Assunto 2:

O Marcelo Tas, apresentador do CQC, aquele careca gatinho que era o Prof. Tibúrcio, vai ganhar (já está ganhando, sei lá), da Telefônica para falar sobre o tal Speedy Xtreme. Estardalhaço, auê, caos e, para quê? Para nada, ele não vai cancelar o contrato com a Telefônica, não vai deixar de twittar e nem vai ficar de “explicandinho“. Ele vai encher os bolsos de dinheiro, vai ser super relevante e eu, você e muitos outros pobres mortais vamos chupar o dedo. Viu, quem mandou não estudar?

Aí foi um publicitário/jornalista/whatever com gosto capilar duvidoso e chamou o Tas de Homem-Sanduíche. Claro que eu imaginei, a princípio, o Prof. com duas colegiais e ele como recheio. Assim, até eu fico com inveja. Depois, como eu não sou estúpida, entendi a entonação: o tal falou que Tas era um daqueles que coloca o anúncio de Lan House e fica sentado na Paulista com cara de tacho porque não tem como não olhar para aquela criatura vestida com uma placa e não imaginá-lo como um dos personagens do Dr. Pepper.
My Point:

1) Falaram que é tudo um bando de invejosos. Eu tenho inveja mesmo, por isso, Tas: me arruma um biquinho na Band, no anunciante, eu viro até Tibúrcia. Pegael“.
Deixa ele, o twitter dele e meu cu em paz. Que saco, dinheiro fácil eu também quero. Aliás, estou pensando na minha candidatura a vereadora de alguma cidade bem pequena para poder viver na mordomia. Dã.

Assunto 3:

Ok, ao meu ver o estardalhaço estava controlado. Um mané foi lá e me posta um script para seguir um quaquilhão de pessoas alegando que, já que o twitter é tipo Babilônia e todo mundo se ama loucamente, todo mundo (ou quase, ou nem quase) que você seguir, o seguirá de volta. Quase um Nostradamus.
Aí a jornalista/blogueira/narradora de vídeo legal no youtube/apresentadora de um programa que eu nunca vi, a Rosana, vai e segue a galere toda. Eu fui seguida por ela e até achei, realmente, que ela queria ser amiguinha. Não consegui seguir ela por muito tempo, nem por conta do script, mas porque de gente que twitta demais já basta eu. Aí surgiu a Twittess que fez MassiveFollow também e todo mundo achou que era viral e que ela era fake mas, no final, ela não era e ficou fazendo mil e um testes na ferramenta (no twitter, não nessa que você pensou animal!). Oka, até Edney quebrou o brinquedo (também não é esse!).
My points:

1) Não sei quais os critérios que as pessoas usam para escolher os seus seguidos, mas o meu é o seguinte: eu vejo todo mundo que me segue, vejo a bio, dou uma lida na primeira página e, então, olho o número de seguidos para saber se não é spammer ou massive follow. Ah, vão me chamar de hipócrita agora? Joguem as pedras, eu tenho a minha defesa: se o cara é massive follow, com certeza ele lê coisas mais interessantes do que as que eu posso escrever e, claro, vai perder o interesse em mim quando eu mandar ele tomar no cu por não responder meu reply. Sacou? Então, passados todos esses critérios super minuciosos, eu sigo a pessoa e ela fica em um “período de experiência”. Se começa a me encher o saco, unfollow. Se não fala nada legal, unfollow. Se me xinga, unfollow. Se é preconceituosa ou racista de qualquer maneira, unfollow. Se manda links que eu não posso ver no trabalho, então, aí sim, é um follow que vale a pena.

2) Não me importa se a Rosana, a Tessália ou o Edney usaram (ou não) um script. Eu não sigo a Rosana porque ela é chata às vezes, a Tessália porque ela parece um robô (pode não ser mas parece) e sigo o Edney porque eu conheço ele. Além disso, ele mal twitta e não enche o meu saco.

3) Se o twitter me dá a imensa possibilidade de escolha, quase um Deus, então eu escolho quem eu sigo, você escolhe quem você segue e todos concordamos que Coca Cola é o melhor refrigerante do mundo. Sacou?

4) Claro que eu quero que muita gente entre no twitter, me siga, me apalpe e me diga que eu sou linda… Oras, vai que um dia, com a minha relevância lá (sim, o twitter é mais relevante que meu blog), eu não consiga algum dinheiro? Se não deu aqui, quem sabe lá né?

5) Gente metida, intrometida e cheia de razão me dá nojinho.

Falei, falei e não falei nada. Contei tudo e qual a conclusão final?

Twitter bom é twitter morto?!

Foda-se.

Ontem a febre, viral, hype, whatever foi o tal do “No Pants“, ou para bons brasileiros, “SEM CALÇAS“.

Primeiro: sim, achei suuuuuper divertido a galerë descolada tirar as calças em Sampa City. Imaginei que ia dar uma porção de merda, policiais, atentado ao pudor, gente presa e espancada. Nada disso, foi tudo legal e na paz.

Eu tiraria as minhas calças e sairia mostrando a minha bunda branca “cor-de-cera” por aí, numa boa, não fosse um porém.

Eu não sabia que o No Pants era ontem.

Se eu fosse, eu colocaria uma calcinha que eu tenho que é tipo um shortinho, super confortável, aperta um pouco na barriga mas é discreta e mostra todo o meu pudor de pessoa.

Mas eu não fui.

Ontem, logo cedo, eu me fodi porque eu tive que tomar banho em outra parte da casa. Não tentem entender. Só fica explanado que eu tive que ficar desviando da Vacachorra para ela não morder o meu pé, de pijaminha micro, recém saída debaixo do Edredon e num frio congelante de 15º que fazia naquela bela manhã zona lestina. Legal, tomei banho rapidão e fui tomar café. Eu não havia dormido a noite inteira porque estou com uma tosse maldita que me fez vomitar até o meu intestino delgado. Soma isso com o frio que eu passei. Adivinha só quem passou mal logo cedo?
Então, depois do banho e do café da manhã eu corri de volta pro meu edredon, ranquei toda a roupa (menos a calcinha) e me enfiei no meu cantinho quentinho. Me esquentei e tal e coisa e fui me trocar. A torneira do banheiro está com um vazamento bizarro e de vez em quando ela espirra. Por favor, não tentem entender também. CLARO que ela espirrou onde? Na calcinha. Fui procurar outra calcinha decente limpa e… CADÊ?

Não tinha.

Abre armário, gaveta e só o que eu acho é uma daquelas calcinhas que já virou calçola, que tem até um “fuinho” e que só uso para dormir. Não tem tu, vai tu mesmo. Coloquei a calçola e me senti a pessoa mais confortavelmente realizada da face da terra.

Entrei no Twitter ontem e, adivinhem leitores?
Dia de No Pants.

E é claro que eu não ia mostrar a calçola com furinho para ninguém. ¬¬


Amanhã sai o resultado da Promo dos Pés! E na semana que vem vai rolar promo só para meninas! Aguardem!

- Para ver fotos do No Pants Day, visitem o blog do Dolci!

Meninos, este post é para vocês e é uma ENORME brincadeira, ok? Bem peculiar, eu diria, mas é que, tipássim, cansei. 70% dos caras que eu já dei (e nem foram muitos) não sabia o que fazer com a minha periquita. Em compensação o atual futuro ex-marido é ótimo nisso. Bota ótimo nisso.

Então eu vou fazer um mini-guia de coisas que não se deve fazer e coisas que se deve fazer na hora do sexo oral. Toma aí.

1) A bomba.
Ok, homens e mulheres são bombas. Enquanto no homem é só cortar o fio vermelho para ela explodir, a mulher é bem mais complexa. Antes de jogar longe a calcinha da guria, e enfiar a cara na xana dela como se não houvesse amanhã, saiba que ali, nas coxas dela, se esconde um dos melhores pontos orgasmáticos de uma mulher.
Amiguinho, lambidas nas coxas, perto da virilha e mordidinhas singelas são muito bem vindas.
Faça isso mas NÃO FIQUE DANDO OLHARES SENSUAIS PARA A GURIA. Primeiro que ela provavelmente está olhando o que você está fazendo com a sua língua e não com os seus olhos, segundo que isso é feio prá caralho.

2) A Língua.
Para desarmar a bomba sexual feminina, o cara deve usar a língua com sabedoria e parcimônia. E, de preferência, só a língua. Não existe coisa mais desagradável do que um cara tentando se afogar na sua buceta. Sério, não rola.
A língua deve deslizar, nunca ficar cutucando frenéticamente um ponto (já explico) e os dentes só podem ser usados fora da área de prazer master (o clítoris).

3) A incrível diferença entre vagina e clítoris.
Ok, voltemos para as aulinhas de biologia. Grandes lábios, pequenos lábios, mundo abstrato ali dentro. Tia Kakah desvenda o que existe ali no portal interdimensional.
Em cima, bem em cima, existe um vazio, mas a mulher sente prazer ali. Um pouquinho mais para baixo existe um ponto, que é o tal ponto G, o clítoris. Sua língua deve deslizar por essa região e SÓ POR ELA.
O que acontece é que MUITOS caras não sabem a diferença entre o clítoris e a vagina. Sério galerinha, não fiquem com essa cara de “absurdo, eu sei onde é” porque você deve ter aprendido a duras penas e fechadas de perna (ou chave de xana), que no buraquinho onde você vai colocar o seu pipi não é para a sua língua chegar perto. Se ficar cutando frenéticamente e sem sentido aquele ponto, você corre o risco de ter a sua língua tragada pelo monstro que mora naquela caverninha.

4) O cú. (Sim, com acento, não enche o cú é meu)
Nunca coloque a sua língua em um cú. Pode cuspir, mas não lamba. É nojento.

5) Baba.
Não babe feito um são bernardo castrado. Não ajuda em nada. E não fique balançando a sua cabeça com a língua no clítoris, porque você também parece um são bernardo castrado assim.
(Eu nunca fiz sexo com animais, mas é que você já viu um são bernardo balançando a cabeça? Então, vi um cara fazendo a mesma coisa na minha xoxota uma vez. Desagradável.)

6) Técnicas aprimoradas.
Assim, não tem como explicar “exatamente” o que você deve fazer. Eu nunca falei que isso é um manual, é um guiazinho. Mas explore movimentos circulares na região citada anteriormente, lamba, dê lambindinhas rápidas…
Mas em hipótese alguma, dê aquela “abridinha” na dita cuja e fique olhando com aquela cara de “NHAM“. Dá medo.

7) Bigode.
Apare o seu bigode antes do ato. Explico, se der uma encostada lá faz cócegas e se a guria rir, acredite, você vai passar a noite inteira prá chegar na décima quinta parte do que estava antes da risadinha.

8) Orgasmo.
Claro que não é gol de placa, a guria não vai chegar ao orgasmo na primeira vez que você mandar um oral. Para isso, você tem que mandar um PUTA ORAL e só com muita prática nas técnicas aprimoradas (que você vai criar com o tempo) é que dá prá chegar lá.
Treine, treine, treine, que um dia você consegue.

E, meninos, lembrem: experiência não significa que você é bom naquilo.

Rodrigo Says:
O importante é explorar a sua parceira para saber quais os pontos dela e o que ela sente. Acima de tudo, aceitar os conselhos dela… porque cada mulher tem a sua “opinião”…

(Adorei a observação do Rodrigo e o comentário dele!)


Post escatológico e podreira, como há muito tempo vocês não viam né? É que eu passei a noite inteira vomitando TUDO que eu comi ontem, tive um febrão e estou trabalhando. Quanto mais a vida é filha da puta comigo, melhor o meu humor fica e saem essas pérolas. Aproveitem sem moderação a minha falta de humor.

Apr
09

Meu celular vai morrer?!

Posted by kaka under Dicas e Utilidades

Primeiro de tudo: não sou blogueira de tecnologia, nem entendo muito da coisa, então eu vou falar pelo que eu entendi. Tá.

Vi na INFO deste mês sobre a tecnologia LTE. Para quem ainda não conhece, é a possível sucessora do 3G, que ficará aí na modinha até 2011. Pelo que eu li (e entendi) da reportagem, e com meu conhecimento chulo de tecnologia, levei um susto: meu celular vai morrer!

Explicarei minha linha de raciocínio:
- Se eu tenho uma banda bacana (ou quase isso), posso usar um cliente que aceita voIP, tipo o Skype, certo?
- Os valores são bem mais baixos para esse tipo de serviço. Dá prá falar com o Izzy lá no Canadá por valores módicos.
- Se eu tiver essa nova tecnologia LTE que vai me dar um acesso para a tal banda quase boa e o cliente no meu celular, falarei com quem eu quiser pagando menos, certo?

Então, eu espero que sim. Com a tecnologia dos celulares de hoje e com a convicção de que essa LTE vai emplacar, adiós tarifas abusivas das operadoras de celular.

Claro que as operadoras irão relutar, aumentarão o custo do pacote de dados e talvez, pelo que eu li, o LTE vai demorar prá chegar no Brasil, tipo o Nirvana. Mas esse tempo é necessário e, espero eu, suficiente para as operadoras começarem a criar os próprios clientes e planos de VOIP. Isso é possível ou existe monopólio no VOIP?

Fato é: mais fácil decorar nomes e apelidos dos meus amigos, do que os números de seus celulares.

Desapego: doei algumas das minhas revistas, alguns livros, dei unfollow em algumas pessoas no Twitter, exclui alguns não-amigos do Orkut e, na semana passada, dei uma arrumada nas minhas fotos. Algumas foram embora para sempre.

Desordem: minha vida está de cabeça para baixo. Preciso de independência e de um apêzinho. Ou uma kitnet. Ou um quartinho.

Demasia: estou ouvindo Jason Marz como se não ouvesse amanhã.

Desmaio: não consigo colocar meu sono em dia, mas sempre tem alguma coisa que compensa.

Denso: só está aqui porque rima com TENSO.

O título do post é uma incógnita da minha mente, uma frase aleatória qualquer. Mas vamos explicar.

Reza a lenda que elefantes comem amendoins. Se é verdade ou não, problema deles, eu adoro amendoins e nem é no sentido sexual da coisa, afinal, eu não tenho pinto. Eu gosto de amendoin porque é salgadinho e porque fica bom com cerveja. Acreditem, crianças, nem tudo fica bom com cervejas… Exemplo?

Situação: pessoa com diarréia quem impressionar no novo trampo.
Conclusão: bebe uns dois copos, vai se cagar todo no banheiro, limpa com a cueca (banheiros de bar nunca tem papel higiênico) e, no final das contas, perdeu o strip da chefe na mesa, que ele poderia fotografar e usar contra ela e/ou para pedir aumento.

Elefantes são bichos legais. Eles são grandes, gordos, andam em bando, pisoteiam leões e tem uma tromba mil e uma utilidades. Isso sem contar que na mão de bons desenhistas eles viram bichos fofinhos. Elefantes só não são legais em situações adversas de nervoso extremo.

Elefantes de circo não são legais. Definitivamente, não. Eles estão ali para parecer legais, o que nem sempre dá muito certo, mas isso não vem ao caso. Eles apanham e vivem em condições precárias. Você já perguntou para um elefante de circo se ele queria estar ali ou dançando na África árida? Eu perguntei, ele não me entendeu, mas mentalmente a resposta dele, que eu recebi (sim, eu recebo respostas mentais de animais) foi: “sua estúpida, claro que eu preferia estar na África. Quer ver uma coisa engraçada para você deixar de ser idiota e fazer perguntas cretinas? Lá vai.” – Nunca mais quero ver um elefante cagando na vida.

Não sei se tem amendoins na África. Não sei se os elefantes africanos gostam de amendoins. Não sei o que eu fui fazer no circo. Tenho trauma de elefante cagando.

Para concluir, fiquei com dó do bicho e joguei amendoins para ele.

Depois da cagada, vem a mijada.

Atenção, infelizmente este não é um post de primeiro de Abril.

São Paulo deve ser a capital mundial da bizarrice seguida de perto por Mumbai e Amsterdã, mas como eu só conheço esses lugares de nome então, para a minha honorária pessoa, São Paulo ganha no quesito “cidade mais esquisita do universo”. Já passei por várias situações que vão do sofrível ao risível… Já que eu não sou egoísta, resolvi compartilhar algumas das coisas (pelo menos as que eu lembrei) com vocês. Como eu sempre tenho um bloco de anotações e uma caneta na bolsa, anoto tudo… E, como vocês lerão, a maior parte das situações acontecem no buzunga, afinal passo praticamente 4 horas do meu dia percorrendo a cidade neles. Pior, não ganho nada prá isso.

Lá vai:

- Fila do ônibus (sim, sempre tem fila para entrar no ônibus), surge um poeta de rua declamando sua arte, bradando sua natureza em palavras… Ok, “normal”, até eu ver que ele arrastava um gato pela coleira.

- Descendo a Brigadeiro, dia desses, vi uma moradora de rua com uma Prada. Falsificada ou não, ela conversava bem alto com as amigas de calçada que havia ganho o tesouro de uma dona chique.

- Sabe os macaquinhos, iguais do Triplo Sentido? Então, Paulista de noite e três pessoas trepadas num murinho do Safra na mesma pose por… Sei lá quanto tempo.

- Barzinho bacanudo em algum lugar da Vila Olímpia, eu fui desafogar a minha bexiga. Porta do banheiro emperrada, uns gritos quase inaudíveis, dei um empurrão e… Fui avisada pela vítima de que não trancasse a porta.

- Ônibus, 7 horas da manhã, catraca emperrada… Quem conseguia, tinha que passar por cima. Eu consegui.

- Ônibus, meia noite, contemplando a paisagem e… Um grafiteiro caiu de um muro enorme.

- Metrô Paraíso, por volta das 8 da manhã, montoeira sem fim de gente. Homem bem vestido, por volta de 30 anos, vermelho feito um pimentão. Mulher, por volta dos 25 anos com a mão prá trás apertando os tesouros do homem. Ele não conhecia ela. No mínimo, constrangedor.

- Eu tenho um vizinho que parece um zumbi de filme B.

- Um gatorro (meio gato meio cachorro) me atacou na rua, miou, mordeu minha canela e, juro, balançou a cabeça que nem cachorro. Medo de sexo interracial.

- Ônibus de volta, 23 horas, contemplando a paisagem pela janelinha, olho para um prédio e… Casais, não transem na sacada.

- Metrô não é lugar de se maquiar, a não ser que você seja dotada de habilidades Jedis. Aquela moça não era e atolou o delineador no olho. Ela parecia o meu vizinho-zumbi.

- Escada rolante + gordinho = leitão assado.

- Metrô ou ônibus cheios, eu dou aquela empurradinha gostosa para entrar e quando a porta fecha, adivinha onde ela para? Pois é, melhor que qualquer exercício para a bunda.

- Homem sai do ônibus para pegar outro ônibus, dá aquela moscada básica, o ônibus fecha a porta e prende o terno dele. Ali ele aprendeu que correr de lado é para siris.

- Cobradores de ônibus não são só os piores meios de informar-se de onde você vai, eles também podem ser… Ex-integrantes de bandas famosas. Aquele bigodón não me enganava, ele era do Village People.


Você já votou no pé mais bonito do universo? NÃO? Mané, vai logo lá votar!
Tem alguma situação bizarra acontecida em São Paulo? Manda práel!
Perguntas esdrúxulas que deixariam sua vó de olhos arregalados? Manda práel também!
Nota: práel == para mim.