ATENÇÃO!
Eu cansei de ficar vasculhando prá ver se alguém tem coragem de copiar alguma inutilidade que eu escrevo nessa merda, então se quiser copiar esse conteúdo bosta fique à vontade e se quiser ser uma pessoa melhor e ir para o céu, faça a caridade de me dar um link/trackback ou qualquer coisa que o valha. Beijo.
Alguns que me acompanham no twitter viram que eu comi salaminho e além de ter peidado a noite inteira, acordei com piriri. O caso aqui não é essa nojeira carnal gratuita e sim o fato, mesmo sabendo que isto aconteceria, comi o salaminho. É que eu adoro salaminho e precisava comer prá ficar feliz… Então lá vai uma lista nonsense de maneiras ridículas de ficar feliz.
- A sua pipa será cortada em cinco minutos, mas você vai empiná-la mesmo assim.
- O óleo vai espirrar em você, mas você fritará as batatinhas.
- A pizza vai demorar duas horas prá chegar, mas você fica feliz em não pagar por ela.
- Você vai machucar o pé, mas insiste em andar descalço.
- Você vai tentar dançar axé mesmo não conseguindo mexer as mãos e a bunda ao mesmo tempo.
- Você vai tomar açaí mesmo sabendo que vai babar.
- Você vai surfar mesmo sem onda.
- É claro que a bola de vôlei vai bater na sua cabeça, mas você vai sentar perto da rede porque o jogo tá legal.
- O passeio de ultraleve vai demorar, mas é legal ver a amiga se cagando de medo.
- Vai arder, mas o sol é seu.
- Funk não dá, psy dá.
- Sentar na praia e ver o pôr-do-sol ou sentar na praia e ver o nascer do sol.
- Saber que, mesmo longe, tem alguém que pensa em você.
- Dormir agarrada no bicho de pelúcia imaginando que é a pessoa que pensa em você.
- Chorar pela distância e sorrir porque é melhor assim.
- Zoar muito com a cara de alguém que se gosta muito.
- Virou um 3, a manilha é o 7, pedir truco com uma dama na mão e os marrecos correrem.
- Derrubar a torre.
- Correr do cachorro malvado.
- Dormir até tarde.
- Almoçar um monte, a ponto de não conseguir levantar da cadeira.
- Comer pizza fria no café da manhã.
- Fazer churrasco e não ficar bêbado.
- Banho de cachoeira.
- Ficar com a marca do biquini, mesmo ardendo.
- Descobrir que tudo que se pensou sobre sentimentos estava completamente errado…
- Saber que tem alguém, ali, que me fez acreditar num monte de coisa legal.
- Ficar emuxinha.
- Fazer bebidas bisonhas.
- Beber as bebidas bisonhas.
- Batida de sonho de valsa.
- Suco de laranja.
- Arroto de cerveja.
- Banho de mar.
- Banho de ducha.
- Guerra de água.
É incrível como o final do ano SEMPRE trás consigo um enorme bloqueio mental da minha já não muito grande criatividade. Sempre parei de escrever na época de Natal, no blog só escrevi sobre o Natal prá tirar um sarro e agora que o reveillón se aproxima E o fato de ficar mais velha logo em seguida, fazem com que minha mente se feche.
Nesses dias, como em praticamente todos os anos da minha mediocridade, passo os últimos dias do ano levantando a bunda pro céu prá perder a cor de lençol encardadido durante o dia e bebendo cerveja jogando truco de noite. Dia 26 é dia do aniversário do meu sobrinho, hoje ele faz 17 anos e um monte de adolescentes que eu considero crianças mesmo com mais de 1,80m de altura estão reunindo-se na saleta de casa prá tomar um monte de refrigerante (na frente dos velhos ninguém bebe, mas todo mundo prefere cerveja) e comer salgadinhos gordurosos, que no meu caso estão substituindo o almoço. O bolo é de chocolate, mesmo eu insistindo prá ser bolo branco porque eu prefiro.
As únicas coisas que salvam esses bloqueios mentais idiotas de fim de ano são as pérolas peroladas que o pessoal fala… Aqui onde eu morava o pessoal é tudo meio louco, ouço cada coisa insana que retratar essas porcarias e as aventuras do verão tornam-se a única coisa útil que eu produzo…
Falando em produzir, preciso produzir… Preciso ter aqueles surtos escalafobéticos de criatividade e texto e vontade…
Vou ali comer pão com salsicha enquanto não bato a cabeça na parede por causa do tédio, aí quem sabe eu faço alguma coisa que preste.
Eu tenho cagaço master blaster plus advanced de ET. Sim, ET, extraterrestre, coisas do espaço.
Sabe aqueles com olhos grandões? Então, são os que mais me assustam.
Os do tipo Alien, creio, só existem no cinema. Mas esses do tipo humanóide me dão arrepios e enjôo.
O motivo? Tenho certeza de que fui sequestrada por eles quando criança. Não riam, é triste.
Eles implantaram um chip do mal em mim e esse chip funciona como um imã, um belo e grande imã de… Coisas bizarras. Coisas e pessoas bizarras.
Explico.
Tudo começou quando eu tinha uns 12 anos e levei um capote imenso no meio da rua. Ralei os dois joelhos e fiquei andando feito o cadeirudo por uma semana. Na hora em que cai, uma senhora veio me acudir e ela jurava que eu estava possuída. Oi? Sim, isso aí, sei lá de onde ela tirou essa idéia bizarra, só sei que ela ficava balançando a minha cabeça enquanto eu tentava levantar prá procurar uma farmácia que fizesse uns curativos nas, quase, patelas aparentes. Eu acho que, aí, com essa atitude bizarra da velha maluca, o chip foi ativado e daí em diante 80% das pessoas que chegam perto de mim e das coisas que acontecem, são bizarras.
Coisas que eu lembro? Sei lá, todo dia tem um bocado de coisas bizarras prá lembrar, tipo quando eu rolei da escada, desmaiei, tive uma concussão e o cara que eu estava saindo não conseguiu parar de rir. Teve também a vez que estávamos jogando taco e o cara que perdeu ficou tão nervoso que chorou (!) e se jogou na areia rodando até virar um kibe e acreditar que era realmente um. Teve também a menina que ficou me olhando no ônibus e atolou o dedo na minha orelha. Sim, isso foi nojento, mas ela era normal, nunca entendi o porquê daquela insanidade.
Enfim, coisas bizarras me perseguem, eu sou um grande e enorme imã de boçalidades inúteis. Tipo gatinhos com aqueles cones na cabeça, para não arrancarem curativos ou qualquer outra coisa que o valha? Então, gatinhos-abajures me adoram, eles querem vir prá cima de mim e eles sempre se enroscam em alguma coisa por causa do cone… Ou cachorros, eles adoram meus pés. Nunca entendi o motivo, mas eles sempre vêm lamber os meus dedos, o que eu abomino…
Conclusão: só posso ser coisa de outro planeta, Brasil.
Está claro que eu acho Natal uma babaquice sem tamanho né?!
Então.
Acontece que como sou um ser evoluído (ô) e acredito em gnomos, leprechauns (seja lá como se escreve isso) e hobbits, fico na dúvida quando a questão é a existência de um tal velho gordo e barbudo que entrega presentes para todas as crianças na fatídica data. Claro que ele é uma invenção capetalista para que as pessoas sejam obrigadas a presentearem-se, mas e os duendes? E os duendes Brasil?
Duendes existem, oras, assim como os outros seres que citei, mas qual será a função deles além de produzir brinquedos arduamente para serem distribuídos no Natal?
Outra questão: os brinquedos têm evoluído um bocado, então os duendes também evoluíram. Seriam os duendes engenheiros?
Ok, passando essa viagem ridícula mística, deixo aqui a minha carta para o Papai Noel.
“Querido Papai Noel,
De presente de Natal antecipado eu ganhei a minha demissão por conta da crise econômica. Claro que eu não me abalei, eu sou uma pessoa super alto astral, reclamei um pouco mas encarei com bom humor, afinal outras oportunidades virão. Como nem tudo são flores, é final de ano e no máximo eu conseguiria uma ponta em alguma daquelas lojas populares que fedem nessa época do ano, então terei que esperar o Natal onde não presentearei ninguém e o Ano Novo, onde vou ter que beber cidra cereser na falta de uma champagne de verdade, mas tudo bem Noel, eu aguento.
Como este ano eu fui uma boa menina… Ok, dizem que o senhor é tão onipresente quanto o outro lá que criou o mundo, então o senhor sabe que não fui uma menina das melhores. Olha, eu fingi que estava dormindo para não dar lugar para o velho no ônibus porque eu estava realmente cansada e ele nem parecia tão velho assim. Eu também tomei uns porres esse ano mas todos eles foram altamente justificáveis, como aquele do pé na bunda e aquele da saudade imensa. Saudade dá vontade louca de beber, sabe? E se o garoto cego não tivesse tentado levar minha bolsa, eu teria ajudado ele a atravessar a rua. Ok, eu não devia ter chutado a minha cachorra quando ela quase arrancou meu calcanhar, nem devia ter deixado o meu priminho chorando quando mudei o canal porque queria ver House, mas convenhamos aí Natalino, House é muito mais importante do que filminhos babacas da Barbie né? Fiz um bem para ele, não importa que ele tenha só 5 anos…
Fora esses poréns, eu fui uma boa menina. Não matei ninguém, nem bati muito forte, tirando o show do Offspring mas ali podia. Não assustei meu sobrinho nenhuma vez esse ano, nem o empurrei da escada e nem fiz ele tomar café com sal. Não peidei na cara da minha irmã, nem tirei sarro da comida horrorosa dela e nem fiz ela bater o carro. Eu quase nem pedi dinheiro pro meu pai esse ano!
Então, Sr. Noel, eu só peço uma coisa: que 2009 seja um ano profissionalmente melhor para mim. Pensa bem, usa aí todo o seu espírito natalino, mas não com muita força porque não queremos Papai Noel tendo um derrame (ou hemorróidas na pior das hipóteses) e vê se arruma um emprego legal prá mim, prá eu ser uma mocinha ainda melhor em 2009 e poder comprar presentes de Natal que seus escravos, crianças chinesas e duendes produzem, pode ser?
Obrigada seu Noel, aguardo retorno.”
Infelizmente a carta é mais verdadeira do que eu gostaria que fosse.
Sou péssima com datas. Não sei do aniversário de ninguém, não lembro de quando aconteceram coisas importantes e isso me faz pagar micos homéricos.
Minha digníssima tia fez aniversário dia 10/12, eu acordei, tomei café, ia saindo e ela me lembrou do fato. Mico, fui dar parabéns com sorrisinho amarelo.
Meu melhor amigo fez aniversário e o cartão chegou na casa dele uma semana depois.
Aniversário de namoro então, pff, eu pulo. Meu ex que o diga, desistimos de comemorar.
Eu já esqueci do meu próprio aniversário. Achei que eu tinha feito algo muito extraordinário para acordar um dia e todos me darem parabéns e blá blá blá. Então, eu só estava ficando mais velha, o que é extremamente frustrante.
Acontece que dia 06/01 é meu aniversário. 80% das pessoas que eu conheço estarão em férias ou viajando, mas eu vou fazer um auê mesmo assim. Onde? Ainda não sei.
Esse post é simplesmente prá eu não esquecer do meu próprio aniversário e prá parabenizar o Orkut que lembra do aniversário dos meus amigos.
Eu cansei total de criancisse.
Cansei de gente me dizendo o que fazer.
Cansei dessa falsidade que é a tal “blogosfera”.
Gente que diz que te considera prá caramba fala um monte de merda de você pelas costas. Prá quê? Então, essa é uma ótima pergunta que eu não sei responder.
Cansei de gente cuidando da minha vida, do que eu faço ou deixo de fazer. Cansei de falar e ninguém me escutar, cansei dessa porra toda.
Cansei e vou começar de novo. Voltar a ser a blogueirinha de meia tigela que falava o que pensava, que fazia o que queria. Pois é, a menina malvada voltou.
Da minha vida, cuido eu. Tem encontro de blogueiro, de twitteiro, da putaquepariu, foda-se, não contem comigo. Aliás, ninguém conta mesmo, eu que apareço de penetra e não faço diferença nenhuma. Ah, faço, eu viro piada… Hahaha, que engraçado né?
Então, aos que merecem, um sonoro VAI TOMAR NO CU, porque cansei de vocês tá?
Aos que não merecem, relevem por favor, é só mais um surto insano e sem sentido. Ou não.
Sábadão lá fui eu jogar Guitar Hero no cinema.
Ok, com mais ênfase agora:
MANEZADA, EU JOGUEI GUITAR HERO NO CINEMA!
Morram de inveja de mim.
Fatos da noite:
1 – A pizza de MM’s do “Pedaço da Pizza” é a melhor pizza do mundo depois da minha.
2 – Pipoca doce + pipoca salgada é quase uma unanimidade.
3 – Vicky Cristina Barcelona é FAN-TÁS-TI-CO (sim, isso é uma piada interna).
4 – Guitar Hero é o melhor jogo do mundo depois de Super Mário.
5 – Vou na Campus Party.
(ok, isso merece mais ênfase também) 5 - EU VOU NA CAMPUS PARTY MACACADA!
Enfim, epic win.
E epic fail, mas isso não vem ao caso.
Jogar GH (Guitar Hero) numa tela de cinema com pipoca, refrigerante e pizza de graça foi parte do PAG PRÁ VER uma ação da PagSeguro e da Espalhe.
Estou numa semaninha cabalisticamente musical, provavelmente porque tenho fones extraterráqueos agora. Resolvi então montar a listinha de rádios do Blip.fm que eu ouço, lá vai:
Lady Rasta
Muita MPB de qualidade, músicas leves, maravilhosas para ajudar em dias improdutivos. Hoje bombou.
(A diva também tem blog!)
Mau
O Maurício é o melhor DJ mundo! Hahaha, brincadeira, puxa saquismo… Muito nacional que você nunca ouviu falar e muita banda bacana.
(Mau tem podcast também)
A MINHA!
Assim, não tenho o gosto musical mais maravilhoso do mundo, mas tem coisa boa lá
Hoje lembrei de The Blow. Eu quero a voz dessa guria no meu ouvido todo dia e toda hora. Aí eu vejo esse clipe e eles estão jogando Magic. Apaixonei.
Esse é o post com mais links no mundo, sério! Hahahaha!
Quando vi que a Globo ia fazer uma minissérie baseada no livro do Machadão (eu sou íntima tá), morri. Sério, eu morri um pouquinho porque a primeira coisa que eu pensei foi: “Vão cagar no pau e Machadão vai cantar até pó pára com pó no túmulo“.
Puta engano!
Primeiro que a abertura da série é linda e é obra da LOBO (vi isso no Brainstorm #9). Segundo que a Maria Fernanda Cândido é a Capitu adulta e eu acho ela linda (pegava fácil héin). Terceiro que a minissérie recria diálogos inteiros do livro e está dividida em capítulos. Opa, ponto, adorei!
Claro que eu achei um crime a Globo passar uma coisa que presta (o que é raro por lá) tão tarde, mas tudo bem, pelo meu amor à história eu assisto. Então, falar desse meu amor pela história agora.
Eu tinha lá os meus 12 anos e devorava tudo que é livro que eu pegava na mão. Ok, isso não mudou, mas naquela época eu tinha muito tempo livre e podia ficar lendo o dia inteiro. Peguei Machado de Assis na mão com certa aversão, confesso, mas bastou um capítulo e eu já estava fascinada. Só prá constar, meu Dom Casmurro é uma edição de 1900 e bolinha e precisei de um dicionário do lado.
Fiquei tão apaixonada pela Capitu que eu queria ser a Capitu. Eu queria Bentinho me admirando, navegando nos meus olhos de ressaca e eu queria dançar e ver a corte… Claro que nem tudo são flores, me olhei no espelho e não vi ressaca nenhuma nos meus olhos, só duas pocinhas no meio de uma cara de lua cheia, mas isso não tirou a minha admiração pela personagem e a vontade de ser ela. E quem nunca teve vontade de ser um personagem querido que atire a primeira pedra.
No decorrer do livro eu vi um Bentinho ciumento, rude e frio nascer. Ele não era assim, ele tornou-se essa figura amargurada por causa de uma dúvida: Capitu o traiu? Capitu não traiu. Claro que Machadão deixou a dúvida, eterna por sinal, que faz gente discutir em mesa de bar até hoje (quero ver Paulo Coelho ter esse poder daqui 100 anos, pff), mas é uma dúvida tão pertinente…
E eu acho que Capitu não traiu. Tanto não traiu, que nem discutiu. Bentinho devia acreditar nela e ela sabia disso oras bolas, se não acreditava, não era merecedor do tanto de amor que ela sentia por ele. E Baltazar? Ele era um amigo caceta! Por que ela ficou com olhos de ressaca no enterro dele? Você não ficaria se um amigo querido morresse?
Duvido que havia um “affair” ali, duvido que Capitu traiu o amor da sua vida inteira e não concebo Bentinho não se importar e não dizer nada…
E desde que terminei de ler Dom Casmurro, lá em 2000, eu queria que a minha filha chamasse Capitu. A minha Capitu com olhos de ressaca… Aí vai um autor de novela que eu nem lembro qual é e coloca o nome de uma garota de programa de Capitu. Broxei né?! Mas tudo bem, acabou, passou o hype, agora Capitu é hype novo de novo e é bonito. Filhota, se um dia você nascer, seu nome será Capitu.
Quanto à minissérie… A riqueza de detalhes, o romantismo explícito, os diálogos e as passagens, a divisão de capítulos… Para mim está ótimo. Nunca uma minissérie, série, filme, novela, qualquer-coisa, será uma cópia fiél e religiosa de um livro. Não dá, porque lendo cada um interpreta de uma maneira, o que o autor descrever como sendo uma parede pode ser azul prá mim e vermelha prá você, entende? O caso é que está bem feito e não parece Globo e pronto. Eu gostei, de verdade.
A trilha sonora é um capítulo à parte. Eu não conhecia Beirut até bliparem (foi a S1mone) e gostei e hoje eu vi o clipe e começou uma puta discussão em cima disso: ninguém gostava e agora todo mundo vai gostar porque passou na Globo. Ei, péra lá.
Eu não gosto de Regina Spektor porque a música está na novela, eu gostava antes, mas eu fico bem feliz de ver uma guria ouvindo Regina Spektor na rua, ao invés dela ficar ouvindo o “Funk das Perseguidas” ou qualquer coisa que o valha. Poxa, alou, não compartilhar cultura é que é OVER. Todo mundo reclama que o país não vai prá frente e é claro que não vai, quem tem um pouco mais de cultura fica monopolizando prá dizer que é “cult” e diferente… Deixa o povão saber, ensina o povão a admirar… Não critica um país que só fala de bunda se você não tem nada melhor prá oferecer do que o seu desprezo, ok?
Recado dado, fica aí a abertura de Capitu e o clipe da música-tema de Bentinho e Capitu.
De arrepiar héin?!
Li por aí que Capitu é microssérie. Micro, mini, nano, não importa tá? Então tá…