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2008 July | Meu Veneno

Meu Veneno

Bang bang. I used to shoot you down.

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Archive for July, 2008

Jul
31

De celulares suicídas II

Posted by kaka under Uncategorized

Empolguei para escrever de celular suicida, vou tornar totalmente pública uma história que adoro contar nas mesas de bar. Ok, estou ficando sem histórias já.

Depois do meu Nokia tijolão veio para minhas mãoszinhas, aos 17 aninhos, o Gradiente Strike. Era um celular um pouco mais leve, mas quadradão.

Belo dia estou eu no ponto de ônibus na frente da escola, esperando o fretado (porque fazia técnico em outra cidade), quando um cara feio começa a me olhar. Medo.

O cara feio tinha uma faca de manteiga nas mãos e veio me assaltar. Medo maior ainda. Segue o diálogo:

-Anda mina, cala a boca e passa o celular!
Aí o cara aperta a faca de manteiga na minha barriga.
-Calma, estou abrindo a bolsa, calma!
-Vai logo mina, tenho tempo não, cala a boca e vai logo (palavrão)!
-Tá, olha, pronto.

Eis que na minha afobação para pegar logo o celular, apertei as teclas do mesmo e acendeu-se aquela linda luz verde vomito:

-ISSO aí é seu celular?
-É sim moço, toma, leva!
-Não. Esse é feio, eu não quero.

Então tá né.

Jul
30

De celulares suicidas I.

Posted by kaka under Uncategorized

Meu primeiro celular eu ganhei quando tinha 15 anos. Era um Nokia tijolão da melhor qualidade.

Totalmente desnecessário, vocês devem pensar, mas para uma “mocinha” que estudava em outra cidade era muito útil. Não para mim, claro, mas para minha mãe seguir todos os meus passos.

Belo dia estava eu no buzão ônibus que fazia a infernal linha de Santos até Registro, com o ar condicionado no talo (por isso eu vivia gripada) e tocando Roberto Carlos (que eu detesto). Eu estava quase chegando ao tão almejado soninho, o ônibus acabara de sair do ponto. De repente um barulho e o ônibus pára de novo. O celular do manézão que tinha entrado escapuliu do bolso dele e se jogo para fora do ônibus que prontamente passou por cima dele.

“Bem feito” eu pensei, pelo simples fato de ter atrapalhado meu soninho…

Eis que quando eu desci do ônibus, celular no bolso da calça… Barulho. Meu celular se jogou do meu bolso num impiedoso ato suicida, espantifando-se e espalhando-se por todo lado. Sim, aquele celular espatifafa porque se desmontava em 50 partes. E advinhem onde a capinha que cobra as teclas, aquela rosa linda que eu tinha, foi parar?

Pois é, debaixo da roda do ônibus.


Já participou da promoção para ganhar um livro? Não?! Então CLICA LOGO!


maluf
Ele, Maluf, Trajetória da Audácia.

Sei que é difícil falar de política, ainda mais quando não se viveu em tal época política, mas após ler a biografia de Paulo Maluf, muitas coisas esclareceram na minha cabeça. Ou confundiram ainda mais.

A biografia conta não só a história de Paulo Maluf, mas a história de São Paulo. Por conta de minha origem e minha educação, sempre gostei do Maluf. Ele era um entusiasta numa época de opressão, era bem visto pelo governo e, com isso, conseguiu realizar suas obras.

Então vamos lá, juntar as histórias.

Meu pai tem 69, quase 70 anos. Minha mãe, que faleceu o ano passado, teria hoje 62. Durante toda a minha vida eu sempre ouvi que “Maluf rouba mas faz” e seria esse o seu jargão. Meus pais não concordavam com isso, afinal, Maluf não precisava roubar para fazer, sua família já tinha patrimônio e dinheiro suficiente, ele entrou na vida pública porque queria, porque achou que era importante.

Isso sempre ficou na minha cabecinha até minha sétima série, em 2001 (aiii quanto tempo), quando estudava a história do Brasil, que é totalmente entruncada com a história de São Paulo. Tinha uma professora, minha querida “Popô”, Maria Paula, que explicou melhor o momento político do país após o golpe militar de 64. Confesso que senti asco pelo que ocorria no país, porém, um belo dia estava eu estudando aos brados (porque não consigo estudar quieta), quando minha mãe chegou na porta do quarto e começou a me corrigir. Ela vivenciou tudo aquilo e, mais, aqui na Capital. Ela viu São Paulo quando era só terra batida e viu São Paulo virar asfalto. Ela sim poderia me dar um veredicto sobre a pessoa de Paulo Maluf, sobre o momento político vivenciado naquela época e sobre a ditadura militar.

A ditadura militar foi ruim, sim. Se eu vivesse naquela época provavelmente não teria chegado aos meus 20 anos, porque eu gosto de ser LIVRE, eu gosto de falar do que eu penso, do que eu quero, do que eu gosto. Naquela época não se podia falar, pensar, existia, inclusive, um plano de alienação da população. Nada me tira da cabeça que a Jovem Guarda era lavagem cerebral. Enfim, sendo ou não, era permitido e era “legal”.

Porém, como me disse minha mãe, antes da ditadura militar e mesmo durante a mesma, apesar da repressão, tinha-se uma educação de qualidade. As crianças/jovens eram obrigados à “pensar”, tinham que refletir. As pessoas tinham um salário mínimo digno e todo mundo conseguia comer. Claro, miseráveis sempre existiram, mas naquela época só não tinha emprego quem não queria. Ou quem era “revoltado”.

E foi durante a ditadura militar, mais precisamente em 1969, que Maluf assumiu pelo primeira vez a prefeitura da cidade de São Paulo e o fez por merecer. E o fez bem. Construiu viadutos e ampliou avenidas. Quando saiu de seu primeiro mandato, em 1971 e foi nomeado secretário de transportes fundou a FEPASA, apostou em transporte ferroviário que, pelo que me consta, seria até hoje a melhor alternativa para desafogar (um pouco) São Paulo dos caminhões.

E é agora que eu vou pegar em um “pau grande” (com o perdão da expressão).

Paulo Maluf sempre foi duramente criticado e, talvez, caluniado pelo grande veículo impresso de imprensa (adoro o trocadilho), Estadão.
O Estado de São Paulo não admitia um “comedor de quibes” à frente da cidade, fazendo ataques constantes a ele. E como grande veículo impresso de imprensa, acabava e até hoje acaba, influenciando a opinião da população. Claro que à muito o tal jornal virou “mídia de massa”, escreve o que lhe convém, mas naquela época de ditadura, escrevia só o que podia. Não sei quando era pior. Fico até me perguntando se a tentativa (falha) de fazer Maluf cair em desgraça, não seria o que o mesmo veículo tenta fazer com os blogs. Me desculpem os jornalistas que trabalham no Estadão, mas acho que essa “monarquia absolutista” que está reinando aí dentro deveria cair juntamente com o cabresto de seus chefes de redação.

O caso é que minha opinião sobre o Maluf agora é outra. Tenho um respeito muito grande por sua pessoa, maior ainda pela sua vida pública e vou defendê-lo sim em qualquer discussão política ou mesa de bar.

Agora a parte boa. O livro “ELE, Maluf, trajetória da audácia” me foi cedido pela Ediouro, li com muito gosto e por isso formei tal opinião em cima do político, por isso gostaria de compartilhar com vocês, que lêem esse blog de merda os outros dois exemplares que me foram cedidos!

Claro que não será só pedir. Nem tudo é fácil assim baby! Para ganhar você precisa visitar ESTE TEASER SITE do livro e me fornecer as datas de todos os anos em que Maluf foi Prefeito e Governador de São Paulo e responder à seguinte pergunta:

Se, hoje, você tivesse a oportunidade de assumir a prefeitura de uma metrópole como São Paulo, em que investiria? Por quê?

As respostas devem ser dadas nos comentários, as duas pessoas inteligentes que acertarem as datas e derem uma resposta satisfatória à pergunta, levam o livro!


P.S.: Agradeçam à @MissMoura por ter me dado a oportunidade de realizar tal sorteio e ler o livro, espero que muitos mais venham para minhas mãozinhas e para a de vocês, leitores deste blog de merda
P.S.2: Se eu escrevi “tragetória” no meio do texto, me desculpem por favor, é que fiz isso ontem 23h…


Jul
28

Eventos. Ou: como curar ressaca.

Posted by kaka under Uncategorized

Então, o NewsCamp e o Recicla Justus merecem um post à parte que ficará para outro dia.

Hoje é um post rápido.

Primeiro, o You(B)log foi tem um mês quase e eu nem postei ainda. Aff, que feio Kaká!
Apesar de chegar só no final do evento, eu ganhei “Haagen Dazs” que comi com uma colher minúscula de mexer caipirinha e a galera saiu de lá fazendo a maior feira livre da história bloguística. Eu, mané como sou, devia ter pego mais alguma firula para mim, tipo a pizza de mussarella deliciosa da Sadia…

Aí esses tempos atrás teve o evento de lançamento do Diário Celular, promovido pela bombinha Pólvora.
Sim, foi bem legal, vimos cenas inéditas, pessoas da alta pagando micos homéricos e eu, claro, ali no meio. Enfim, coisas erradas para todos os gostos.

No dia seguinte claro que eu estava numa ressaca daquelas. Claro que eu fiquei mal e alguma coisa que eu comi me deu alergia, é sempre assim. Deve ter sido uma daquelas torradinhas malditas, devia ter peixe, sei lá, não importa, foi horrível!

Aí eu descobri o jeito perfeito de curar qualquer ressaca: ter uma reunião.

Tinha uma reunião lá na putaquepariu. A Berrini é a paulista feia longe prá caramba e lá fui eu.

Cheguei lá e segurei. Caras, foi péssimo, mas deu tudo certo!

Conclusão: sempre que eu for nesses eventos eu não bebo mais e não como mais nada, a não ser que eu saiba o nome.


Seguinte, vai rolar uma promoção aqui no meu blog para ganhar um livro. Aviso de antemão que é um livro para um público seleto (mesmo) e que ganhá-lo vai ser difícil. Portanto, comecem a afiar suas línguas.


Jul
25

Alguns Hypes do Twitter.

Posted by kaka under Uncategorized

Twitter é o melhor sistema de microblogging ever. Quem pode explicar melhor o que é e para que raios serve o twitter, é a equipe do Twitter Brasil.

Hype é hype. Orkut é hype, queda no Orkut é hype, novidade do Google é Hype, mulher melancia é hype.

No Twitter também rolam uns hypes bem legais, que são “tagueados”, levam uma tralha, sustenido, jogo da velha ou seja lá qual o nome que isso aqui “#” tem. Tudo que você “taguear” vai aparecer nos mecanismos de busca de tags, como o Summize (que é do próprio Twitter).

Agora chega de explicações. Vamos aos hypes mais legais que eu vi/participei/gostei do Twitter.

Lembrando que é a minha opinião pessoal e aquele blá blá blá todo.


#cparty
Foi o primeiro hype que participei, até porque EU ESTAVA LÁ no “Campus Party Brasil 2008″! Rolou o stream do BlogBlogs com todas as atualizações da galera, rolaram discussões, fofocas, babaquices, frases interessantes ou nem tanto assim. A tag continua rolando na cparty da Colombia e na cparty Valencia e vai continuar rolando.

#twittercartoonday
Foi divertido advinhar os personagens que a galera colocou nos avatares, mas claro que tinha alguns bem impossíveis. Sempre tem.

#meupassadomecondena
Essa tag não tem o que falar, só tem o que mostrar! Bizarrices em geral e a galera entregando coisas bem vergonhosas. Quem criou foi o @crisdias. 1

#terremotosp
O Twitter foi o primeiro a “noticiar” o tal do tremor. Eu não senti, mas muita gente sentiu. Ui.

#NoB (inclua as tags #elmalak #filial #asterix e #qualquerbarquevcconhecer)
NoB é, nada mais nada menos, que Nerds On Beer. São os Nerds bebendo cerveja, se confraternizando. Juro, quase vale um programa da Discovery vê-los interagindo! Além da tag #nob você pode acrescentar a tag com o nome do bar que as pessoas vão, sendo os mais populares esses que já citei. E ninguém mais vai no Opção porque o gerente de lá expulsou-nos.

#gamebar
Assim como o “Nerds on Beer”, o Game Bar serve para estudo do comportamento de pessoas com alto nível intelectual diante de games e cerveja AO MESMO TEMPO VÉI! Vale outro programa para a Discovery, juro que vou vender a idéia… Pena que um spam infeliz deixou a tag zoadinha, por isso nem coloquei o link.

#badhairday
Sabe quando você acorda com o cabelo de um jeito estranho e ele não volta ao normal o dia todo? É tipo isso aí.

#querocaneca
O Fugita GraveHeart que começou com essa tag por conta da caneca linda maravilhosa fofa bacanuda que a agência Pólvora deu para os convidados de sua festa de lançamento. Eu também quero uma.

#jeffpaivaday
Jeff Paiva é um ícone dentro do twitter com suas twittadas cheias de “glamour”. Ok, mas ele não vai trabalhar todo dia de Mercedes com motorista particular como eu. Esta tag está “acontecendo” neste exato momento, rodeada de mochas no Starbucks e comidas com nome que eu não sei falar.

#tiriricaday
Rolando hoje junto com o #jeffpaivaday, o #tiriricaday é uma maneira engraçada e brincalhona de falar e interagir com as pessoas, utilizando-se da linguagem informal do personagem.

Como eu disse hoje com essa disputa entre #jeffpaivaday e #tiriricaday, o Twitter está dividido entre o luxo e o lixo!

UPDATE:
Como a Garcia Sales me lembrou via comentário da tag

#prontofalei
Essa tag é usada por pessoas que fazem qualquer tipo de revelação bombástica, chutam o balde, explodem, cansam, etc.

1 Quem fuçou e me disse tal informação valiosa foi a @mellancia, que aliás criou a tag #eucoleciono para todo mundo falar de suas coleções!
Valeu MaFê! ;)

Miguxos de plantão: NÃO USEM O TWITTER POIS ELE FAZ MAL À SAÚDE.

E se você, pobre leitor deste blog de merda quiser saber o que eu estou fazendo agora… Te aconselho à procurar um psiquiatra, você precisa de ajuda profissional.

Um beijo
@kakah

…tenho que admitir que essa aqui é ÓTIMA!

A Dercy:
Vivenciou as 2 guerras mundiais;
Viu 3 Papas;
Viu o futebol ‘nascer’;
Viu o Brasil 5 vezes Campeão Mundial;
Viu o nascimento e queda da União Soviética;
Viu o uso do automóvel revolucionar a humanidade;
Viu a invenção do avião, e a aviação revolucionar o planeta;
Viu popularização da fotografia;
Viu popularização do telefone;
Viu o nascimento do cinema;
Viu o nascimento do rádio;
Viu a invenção da TV;
Viu a invenção do computador;
Viu o nascimento Internet;
Viu a invenção do microondas;
Viu o homem chegar ao espaço e à Lua;
Viu o surgimento da medicina moderna com seus remédios e tratamentos;
Viu o surgimento da AIDS;
Mas
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Não viu o Corinthians Campeão da Libertadores!!!


Só para constar:

BALEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIA!

Jul
22

NewsCamp Terceira Edição.

Posted by kaka under Eventos

Essa foi, sem dúvida, a melhor edição do NewsCamp.
O evento, realizado novamente no espaço Gafanhoto, contou com mais de 100 pessoas e desconferências bem interessantes. Tivemos a presença de estudantes e tinha muita gente de agência para tentar fazer-nos entender melhor o que se passa com a web.

Na parte da manhã falou-se de TV Digital e jornalismo.

Enfim, na parte da tarde os assuntos esquentaram!
Gostei muito do “P.R. 2.0″. É mais ou menos isso que eu faço aqui na agência e eu creio que é o futuro da comunicação entre empresas e consumidores.

Não vou me estender muito nesse post porque quero deixar no ar uma questão, após os comentários (se estes vierem) quero colocar tudo em pauta de uma vez só. Então me respondam:

Há alguns anos vivíamos no capitalismo. Hoje vivemos no consumismo. Será que o futuro nos reserva uma “sociedade de relacionamentos”?

Hoje de manhã o twitter começou quente. Não vou falar o que é twitter porque eu não quero uma invasão de miguxos, já bastam os spams internacionais e os fakes. Enfim, o dia começou quente no twitter.

Muitos perfis do Orkut foram invadidos. Ok, confesso que foi hilário ver pessoas com nomes feios como “Kélli Khristyne”, mas os invasores foram bem malvadinhos dessa vez. Eles não só colocaram esse nomes de pobre feios, como também apagaram os dados do pessoal E deletaram os amigos.

Claro que nessa de “deletar amiguxinhos”, foram-se muitos contatos valiosos como a atriz pornô que você conheceu na balada o pessoal do colégio XYZ que você sabe que nunca mais vai ver, mas serve para relembrar quando a sua amiga soltou um peido no meio da prova de matemática, ou quando estouraram uma bomba de farinha do terceiro andar que resultou na galera toda suja no pátio… Enfim, essas pessoas você nunca mais vai nem ouvir falar, principalmente porque quando elas criarem os perfis vão colocar nomes cheios de firulas achando que os “invasores” de perfis não vão achá-los.

Cá entre nós, tirando relembrar coisas realmente engraçadas da época de escola e combinar uma cervejada que nunca vai acontecer com o pessoal da faculdade, pelo menos para mim, o Orkut não serve para mais nada. Ok, serve também para saber daquelas fofocas de família e da galerinha da rua de baixo, tinha esquecido desses pontos suuuuper importantes… Mas eu devo admitir que, hoje, o Orkut têm ferramentas de privacidades bem bacanudas que permitem que você adicione só quem realmente você quiser. Achei belo isso, nunca mais o “super baladas de piraporinha do oeste” vão tentar me adicionar, em compensação se a amiga que peidou na prova de matemática resolver me adicionar, ela não vai conseguir porque nem imagina qual é o meu e-mail…

Enfim, todo mundo sabe que, apesar de ser a maior rede de relacionamentos do Brasil, o Orkut nunca foi seguro. Ressalvo que lá em 2003 quando os miguxinhos nem pensavam em Orkut (só em Blig, asco), eu já tinha recebido o convite de uma amiga que morava no Canadá. Na época, só comunidades em inglês e umas poucas de brasileiros. Nunca enviei nenhum dos meus 10 convites para absolutamente ninguém, o Orkut era uma ferramenta boa demais para meus amigos da escola que colocavam gifs piscantes (asco ao quadrado) em seus “bliguxos” (os blogs miguxos do Blig). Guardei todos os meus convites mas algum espírito de porco maldito começou a dar os seus e 10 viraram 100 que viraram 1000 e pronto, estava a merda feita.

Após ser acusada de roubar o namorado alheio, coisa que eu não fiz porque o cara era feio demais e tinha bafo (asco ao cubo), resolvi deletar aquela merda da minha vida. Acreditem, vivi muito feliz sem essa bosta até o começo do ano quando, insistentemente, minha tia resolveu que ia mexer na internet e tinha que ter alguém para responder aos recados (que na minha época eram scrapbooks) dela. Beleza, fui lá e fiz o tal de novo. Fiz e larguei, quando eu lembro dou uma olhada lá. Felizmente minha tia também descobriu o e-mail e eu não preciso mais entrar na joça todo dia, mas como este blog lindo e maravilhoso tem comunidade lá (procurem por Meu Veneno, não vou colocar link bando de preguiçosos) e eu achei uns amigos bizarros que nem sabia que estavam vivos, resolvi deixar a merda lá…

E hoje a merda deu uma pane FENOMENAL e eu não podia perder o hype né, porque nem só de boas histórias sobrevive um blog. Ainda mais o meu que nem as boas histórias têm.

Então caro leitor orkutiano, se você chegou até aqui, meus pêsames, este post não acrescentou em nada a sua vida assim como o Orkut não acrescenta.

Morra.

Se algum mané maravilhoso visitante que visita esse blog de merda e ainda não clicou no banner da Rexona ali do lado, clica lá, AGORA. Anda, vai logo, eu espero.
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Legal, você deve ter visto por lá algumas das carinhas femininas da blogosfera *miau* brasileira.
Por que elas estão lá? Bom, a Rexona pensando em atingir o público feminino e nerd internauta, criou um “agregador de feeds” de blogueiras, dividindo-as em categorias: Shiny, Happy e Sexy.

Na categoria Shiny, blogueiras que iluminam o nosso dia.
Na categoria Happy, blogueiras que alegram o nosso dia.
Na categoria Sexy, blogueiras que esquentam o nosso dia.

A idéia é divulgar os novos desodorantes da linha “Fragrance Collection”, um para cada estilo de mulher!

Eu me encaixei na categoria Happy e gostei, pelo menos vocês leitores maldosos não ficarão mais me chamando de mal humorada e chata. Morram, tem gente que se alegra comigo, rá!

Acontece que, boa mulherzinha que eu sou, adoro ler revistas e sei que as leitoras fiéis desse lindo blog de merda também devem gostar muito de ler revistas.

Pois então, a Rexona vai sortear a assinatura de revista!

Simples assim: como eu sou da categoria Happy no blog, a minha revista é a Gloss.
Se você, leitora fiél, quiser muuuuuito a assinatura da Gloss (que cá entre nós é legal pacarai), você deve responder à seguinte pergunta:

“Em qual momento do dia você se sente mais Happy?”

A melhor resposta será escolhida pela Rexona mesmo, pode ser do meu blog ou de qualquer outro da categoria Happy, portanto seja muita criativa e não se empolgue muito tá?
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Tá esperando o que, bola alguma coisa BEM criativa aí e comenta logo nesse post!


Gente, é amanhã! Depois de contar dias, horas, minutos e segundos, amanhã finalmente estréia “Batman, o Cavaleiro das Trevas”, o melhor e mais esperado lançamento do ano para nerds pessoas com índice elevado de cultura pop nas veias!

Ok, confesso que eu desejei ardentemente a morte lenta e dolorosa de todos que viram esse filme antes de mim… E continuo desejando, porque eu sou má tá? De qualquer maneira, amanhã é dia de ver o Batman e o Coringa e o Duas Caras e a criança grande aqui ficar feliz.

Blé.

Um belo dia, navegando num site de séries, encontrei uma lá com um nome estranho: “The Big Bang Theory“. Já imaginando algo tipo Battlestar Galactica 1978, cliquei na descrição da mesma e li:

“Dois nerds ganham a companhia de uma vizinha gostosa, será que conseguirão conviver com isso?”

Nerds = pessoas sem vida social e com dificuldades com relacionamentos.
Vizinha gostosa = uma loira que sabe muito de vida social mas não é muito inteligente.

Baixei (sim, eu baixo séries da internet) e vi.

Bingo, a teoria se confirmou, mas inusitadamente mais engraçada!

Sem seguir fórmulas do tipo “Lambda lambda lambda“, The Big Bang Theory exprime bem o que são os nerds, na verdade apenas uns caras muito inteligentes, e os preconceitos que os cercam.
Rola um ciúme bizarro, rola um indiano intercambista que não fala com mulheres, rola um tipo “Beatle” com uma mãe malvada e rola o cara mais normal, quase normal, mas anormal.
A vizinha é um show, ao mesmo tempo que ela não entende muito bem o que eles falam, ela tenta ajudá-los, apoiando-os de alguma maneira. Claro que não dá certo, mas ela tenta!

É um sitcom leve, dinâmico, engraçado e… Nerd.

Porque eu tenho 200 amigos blogueiros no Messenger, eu não sou nerd, tenho uma vida social…


Boooooooooooooom!