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Novas tendências mercadológicas e novo perfil dos consumidores.
Tive que fazer um resumo da matéria de capa da revista Exame desse mês para a faculdade.
A matéria mostra um estudo sobre as mudanças no perfil dos consumidores brasileiros.
Vou deixar aqui então meu resumo e algumas observações que fiz à respeito da matéria e das tendências.
Crescimento da economia brasileira e o perfil dos novos consumidores.
Além dos incentivos fiscais e da economia em ascensão, o Brasil vive um período de avanço tecnológico e cultural, com incentivo à venda de computadores – assim uma nova parcela da população entra tanto na onda da tecnologia e informáticxa, como no perfil exigido pelo mercado de trabalho, que está cada dia mais exigente. No mesmo passo, existe também o incentivo ao ensino superior, com programas sociais e de bolsas de estudo – justamente para cumprir às exigências do mercado.
Porém não são essas as únicas mudanças, existe hoje uma mudança comportamental: à partir do momento que o mercado e o consumidor tem condições de crescer, a procura por uma vida mais confortável e prática também aumenta, conclusão, o consumo também aumentará para esse novo perfil.
As mulheres, antes discriminadas, venceram os preconceitos e hoje ocupam cargos importantes, buscando também uma independência e seus próprios negócios. Um bom exemplo também são as mulheres que trabalham em casa, cuidam dos filhos e de si mesmas. Elas não só “ajudam” na renda da casa, a maior parte provém delas. Cito então a amiga, blogueira, mãe e exemplo Samantha Shiraishi, que trabalha em casa administrando blogs na internet, como free lance e ainda é mãe. Esse novo perfil de mulheres é mais exigente e procura sempre o melhor.
Se por um lado o índice de natalidade cresce absurdamente em regiões mais pobres do Brasil, em grandes cidades acontece o contrário: casais optam por não ter filhos e aproveitar o que ganham juntos ou ainda trabalham “juntos”, crescem “juntos” e assim conseguem uma renda suficiente para ter um filho – crianças dão despesas e ter um planejamento familiar adequado faz com que as dificuldades financeiras fiquem mais amenas ou nem existam.
Morar sozinho hoje em dia é sinônimo de independência – seja ela financeira ou pessoal. O consumo dessa massa é muito maior, buscando como dito a praticidade e a comodidade. Existem também, hoje, muitas repúblicas de estudantes ou jovens em início de carreira. Com o corte de despesas que uma república proporciona, é possível ao jovem trabalhar e estudar. Esse potencial faz com que o consumo, principalmente tecnológico, dessa nova geração seja voltado às melhorias do seu bem estar e do seu ambiente de estudo/trabalho.
Como já foi dito, mercado e economia estão em ascensão e o consumidor mais velho acaba entrando com uma nova tendência mercadológica: qualidade de vida. A indústria da saúde é uma das que mais vêm crescendo nos últimos tempos – seja na descoberta de uma nova cura, na melhoria da eficiência dos remédios; também entram nessa tendência a prática de esportes e exercícios físicos e a alimentação saudável.
A indústria alimentícia vêm amadurecendo também, a quantidade de produtos saudáveis tem dobrado nas prateleiras pela exigência do consumidor, tais produtos são os mais vendidos e qualquer pioneirismo na área é sucesso.
Uma tendência de consumidor que a revista não abordou são das pessoas que trabalham em casa. Com o corte em despesas como transporte e alimentação, a renda acaba sendo maior. O consumo então é inevitável, principalmente pela melhoria do seu espaço de trabalho – logo, sua casa.
Concluindo, hoje em dia o consumidor é mais exigente e o mercado está se adaptando à essas exigências. As pessoas procuram comodidade, praticidade e nem todos os setores podem oferecer tais serviços. Os que não conseguem, devem procurar logo a inovação, senão acabarão vencidos pelas novas empresas que surgem todos os dias no mercado para atender às necessidades específicas desse consumidor mais exigente.
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O que acham?
Beijo e queijo!












