Quero primeiro deixar claro que faço isso por MIM e por mais ninguém.
Sei que a primeira impressão é sempre a que fica e com certeza muitas pessoas tiveram uma impressão erradíssima a meu respeito e vou tentar apagar isso. Claro que eu não vou conseguir, mas eu posso falar que eu tentei. E daí que não significa nada para vocês, já falei que faço isso por mim porque o “fardo” é meu e eu quero despejar e pronto.
Vomito agora.
Sim, estou voltando ao assunto Campus Party e a suposta briga com um jornalista.
Lendo este texto da Nospheratt sobre “Conflitos na Blogosfera” percebi novamente o quanto fui errada nas minhas respostas à este artigo do Estadão.
Se eu tivesse lido com um pouco mais de atenção e se tivesse notado que o autor do mesmo cometeu um erro, com certeza por falta de esclarecimento, poderia apenastê-lo corrigo e pronto, acabou. Mas, imaturidade minha e admito isso também, resolvi criar uma guerra sem sentido que virou circo.
Fui idiota SIM, não me arrependo de absolutamente nada do que eu fiz, admito meus erros e admito que gostaria de ter feito algumas coisas de um jeito diferente, e mesmo sabendo que não dá prá voltar atrás, espero apenas que o jornalista em questão me desculpe pela palhaçada infantil da minha parte.
Lucas Pretti é um jornalista do Estadão e conduz o excelente “Cubo Mágico“, não me deve nem nunca deveu satisfações sobre o que escreveu ou deixou de escrever, EU deveria ter deixado as regras do Tattoo Party mais claras pois o mesmo equívoco dele poderia ser cometido por qualquer um. Eu admito meu erro e me desculpo e me desarmo.
E fim, assunto encerrado, assunto enterrado e ornamentado com placa de mármore, fiz papel de ridícula, não me arrependo porque foi engraçado, mas faria diferente SIM. Se o “afetado” em questão aceitar bombons como desculpas favor avisar.
Pior que errar é insistir no erro, porque vira burrice e eu fui burra. Faço isso porque quero redimir-me da “cagada”, pronto, falei.
E fim, já falei que o circo fechou.
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Amanhã voltaremos com a programação normal. Ah, e hoje estou num bom humor sem fim desde cedo, por isso resolvi escrever isso, deixei o orgulho de lado e pronto, tô me sentindo até mais leve.
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Beijo













Desabafo assimilado, Kaká. Só não entendi muito bem este parágrafo: “Fui idiota SIM, não me arrependo de absolutamente nada do que eu fiz, admito meus erros e admito que gostaria de ter feito algumas coisas de um jeito diferente, e mesmo sabendo que não dá prá voltar atrás, espero apenas que o jornalista em questão me desculpe pela palhaçada infantil da minha parte.”
Não se arrependes de nada, mas gostarias de ter feito algumas coisas de um jeito diferente… Mas como o assunto é encerrado, morto e enterrado, dexe assim.
Resposta
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