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	<title>Comments on: A Batalha Homérica</title>
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	<description>Bang bang. I used to shoot you down.</description>
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		<title>By: Sam</title>
		<link>http://meuveneno.com.br/2008/03/24/a-batalha-homerica/comment-page-1/#comment-1711</link>
		<dc:creator>Sam</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 01:03:16 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei o template, este tem muito mais o teu jeito... mas ainda falta personalizar a sidebar!
Beijos e boa semana pos-páscoa. 
Sam

&lt;a href=&quot;www.samshiraishi.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;i&gt;a vida como a vida quer&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei o template, este tem muito mais o teu jeito&#8230; mas ainda falta personalizar a sidebar!<br />
Beijos e boa semana pos-páscoa.<br />
Sam</p>
<p><a href="www.samshiraishi.com" rel="nofollow"><i>a vida como a vida quer</i></a></p>
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		<title>By: ARiEL</title>
		<link>http://meuveneno.com.br/2008/03/24/a-batalha-homerica/comment-page-1/#comment-1710</link>
		<dc:creator>ARiEL</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 15:57:00 +0000</pubDate>
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		<description>HAUhAUhAUhAUhA!
Ninguém merece! Fala sério!

Teve uma vez que um mosquito estava me enchendo tanto a paciência que quando eu finalmente o capturei, resolvi fazer tortura: primeiramente arranquei as perninhas, depois as asas e cortei com uma tesoura o bico. Ele ainda estava vivo, deixei que sobrevivesse para sofrer. 

Depois de um tempo essa minha tortura ficou meio doentia. Não consigo mais simplesmente matar o bicho, eu tenho que torturá-lo. Foi o que eu fiz com uma barata um dia: ela estava ali, parada, vivinha da silva de barriga pra cima. Calmamente eu peguei um vidro de álcool e joguei. A bichinha saiu correndo, fazendo rastro do líquido inflamável. Um palito de fósforo e... BUM!! Ela sobreviveu mais 4 segundos em forma de bola de fogo antes de desaparecer em meio a chamas infernais que consumiam seu corpo nojento. Mais tarde, em uma barata tonta e de barriga pra cima, achei que seria sacanagem demais atear fogo, já que ela não tinha como correr. Peguei uma vela, acendi e fiquei pingando a cera no corpinho indefeso do animal. A cada gota flamejante era um chiado de dor e agonia seguido de uma gargalhada malévola. É, isso começou com um mísero mosquito.

Bem, desejo-te boas noites daqui pra frente.
Beijooos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>HAUhAUhAUhAUhA!<br />
Ninguém merece! Fala sério!</p>
<p>Teve uma vez que um mosquito estava me enchendo tanto a paciência que quando eu finalmente o capturei, resolvi fazer tortura: primeiramente arranquei as perninhas, depois as asas e cortei com uma tesoura o bico. Ele ainda estava vivo, deixei que sobrevivesse para sofrer. </p>
<p>Depois de um tempo essa minha tortura ficou meio doentia. Não consigo mais simplesmente matar o bicho, eu tenho que torturá-lo. Foi o que eu fiz com uma barata um dia: ela estava ali, parada, vivinha da silva de barriga pra cima. Calmamente eu peguei um vidro de álcool e joguei. A bichinha saiu correndo, fazendo rastro do líquido inflamável. Um palito de fósforo e&#8230; BUM!! Ela sobreviveu mais 4 segundos em forma de bola de fogo antes de desaparecer em meio a chamas infernais que consumiam seu corpo nojento. Mais tarde, em uma barata tonta e de barriga pra cima, achei que seria sacanagem demais atear fogo, já que ela não tinha como correr. Peguei uma vela, acendi e fiquei pingando a cera no corpinho indefeso do animal. A cada gota flamejante era um chiado de dor e agonia seguido de uma gargalhada malévola. É, isso começou com um mísero mosquito.</p>
<p>Bem, desejo-te boas noites daqui pra frente.<br />
Beijooos!</p>
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