Meu Veneno

Meu Veneno

Bang bang. I used to shoot you down.

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Jul
02

Karma oftalmológico.

Posted by kaka under Kakazices

Esse post poderia ser sobre como meus olhos azuis são lindos porém defeituosos, mas não, o karma é outro.

Vou contar algumas das muitas histórias bizarras envolvendo o tal do karma e, creio vocês vão entender.

Eu não sou a guria mais linda do mundo. Sou bonitinha, até, mas não sou daquelas que chama atenção e para o trânsito, beeem longe disso, o que faz com que eu pareça (e só pareça, que fique claro), atingível. Por atingível, entendam que eu possa cair em qualquer papinho.

Cobradores e motoristas de ônibus são cheios de papinhos para aquelas moças que eles julgam “atingíveis” e eu não me preocuparia com isso se eu não tivesse que ver, toda a vida, olhares sensuais da parte deles. Olham pra mim e baixam os olhos para meus peitos e quase sempre falam com eles (como se eles fossem responder)… O horror!

Seguranças de balada também são adeptos ferrenhos dos olhares sensuais. Eles chegam ao cúmulo de ficar olhando pra sua bunda enquanto você está lá se acabando de dançar e não ver mais nada, inclusive dão aquela mordidinha horrenda no cantinho da boca. Uó!

Caras feios no metrô utilizam-se da mesma tática de olhares sensuais… Eles olham para qualquer parte do seu corpo que não seja o seu rosto, dão aquela fechadinha nos olhos e, quase sempre quando reparam que você está olhando feio, partem com os olhares sensuais para o seu cabelo (eles nunca olham nos olhos) e começam a tentar puxar papo, enquanto chegam perto de você. Eu corro e desço, mesmo que não seja a minha estação.

Agora, o pior olhar sensual que eu já tive na minha vida, foi num museu (prefiro não citar nomes). Estava eu lá, toda bela e saltitante observando por horas e horas e horas e horas cada obra, admirando cada detalhe e fazendo valer o dinheiro da entrada quando eis que surge… O chato! Porque, assim, uma pessoa que vai puxar papinho contigo no museu só pode ser um chato. O cara chega do meu lado:
- Pintura bonita né?
- É. (Bem seca, pra ele se tocar e vazar da minha frente)
- Não é mais bonita do que você. (Não adiantou, ok, plano B)
- Obrigada. Licença. (Seca novamente e fui pro outro lado)
Parei pra ver outra coisa, do outro lado do salão:
- Você por aqui de novo! (Porra, estamos num museu!)
- É, né. (Estava de bom humor E educadinha no dia)
- Sabe de quem é essa pintura?
- Sei, tá escrito ali, ó.
- Ah, mas você sabe quem é *insira o nome de qualquer pintor abstrato aqui*. (Ai, meu saco…)
… Depois de meia hora de explicação e eu com cara de cu…
- Mas, sabe, essa pintura é muito bonita, mas não tanto quanto você… (A mesma cantada barata? Ah não!)
- Quer saber, amigo, vai tomar no cu, me deixa ver a porra do museu em paz. (Meia hora de explicação acabam com a minha paciência).
Ok, o cara saiu de perto de mim, sentou no meio do museu e eu achei que ele estava contente… Fui, passei por um lado, pelo outro, blá blá blá… Quando eu olho pra trás, o sujeito está lá, olhando pra mim com olhares sensuais. Maldito karma oftalmológico!

Reação final? Fui embora. Nem todo o meu suado dinheiro gasto na entrada de um museu vale essa inconveniênca…

Lição aprendida?
Se na próxima encarnação eu for homem, eu nunca vou repetir cantada… E eu jamais vou olhar pra uma guria com olhares sensuais, porque olho meio aberto meio fechado, sobrancelha arqueada e biquinho não são NADA sensuais.

Quando criança eu sempre colocava fogo em tudo. Quando eu fiquei maiorzinha, peguei medo do fogo por conta de uma queimadura. Hoje, maiorzona, sei o poder do fogo e como dá pra brincar com ele.

E seguindo minha linha mais pirofágica, vou na Trixmix Cabaret On Fire, uma balada com pessoas soltando fogo pela boca, brincando com fogo e, pasmem, voando. É tipo uma balada com os integrantes do Cirque du Soleil, mas sem a parte do Cirque du Soleil…

Trixmix

Trixmix

Quer ir também?
Ainda dá tempo de participar da promoção que dará um par de convites para as 10 fotos mais criativas da galeria e 30% de descontos para toda a outra sorte de fotos.

Para participar é só ligar a webcam, ir lá no site http://trixmix.org/onfire e colocar a careta pra flambar!

Boa sorte! ;)

(Lembrando que a balada é em São Paulo, capital e acontece amanhã, CORRE!)

Jun
30

O Churras

Posted by kaka under Uncategorized

Aí que eu e o Metheoro dançamos macarena na frente do Center Norte, muito digno.

Aí que entra num carro eu, a Isa, a Luz, o Metheoro e o Mau, mais malas e mais nada, porque não cabia. No outro carro, a Dani, o Ado, a Ju, a Paulinha e o Toddy, o labrador da Dani, mais malas.

Aí que a gente chega no sítio do Castre, lá no fim do mundo.
Chuva, muuuuita chuva.

Aí tem carne, bebidinhas, conversas e mais conversas, cachorros insandecidos.
Fogueira, acesa com pinhas pra primeiro secar a madeira pra depois ela queimar.
Uma mão machucada.
Dani fez pinhão.

Aí dormir.
Acordar cedo, café, ver o cavalo. Mexer no cavalo. Não perdi o medo.
Comer, falar bosta, não falar nada, descansar, brrrr que frio.

Fatos:
Aí que o Metheoro é muito foda.
Aí que a Isa consegue lembrar de uma música com qualquer palavra que você disser.
Aí que a Luz tem uma risada super gostosa.
Aí que o Castre consegue acender uma fogueira de madeira molhada.
Aí que o Mau é um puta fotógrafo.
Aí que cada vez que eu vejo a Dani eu gosto mais dela.
Aí que o Ado ficou conversando comigo logo cedo.
Aí que a Ju e a Paulinha não queriam que eu tirasse foto delas, mas eu tirei.


E foi isso e foi bom demais!

(Foto por Mau - @maufotos - Flickr)

Jun
24

O Beijo Das Sombras

Posted by kaka under Ler É Bom Demais

Livros e filmes de vampiro voltaram para a moda. No último post mesmo eu falei de True Blood, que me lembram os vampiros do jeito que eu gosto.

Acho que o primeiro livro/filme de vampiro que ficou famoso foi o da Anne Rice: “Entrevista com o vampiro”. Eu li e gostei do livro. As criaturas das trevas são sombrias, bissexuais, bipolares, quase sempre depressivas, o livro é condensado, tenso e ao mesmo tempo, dinâmico. Ok, o começo não é lá muito dinâmico, mas melhora do meio para o fim. Acabei lendo toda a sorte de livros de vampiros escritos por ela e, para mim, ela ainda é a rainha dos vampiros.

Esses dias estive até curiosa para ler Crespúsculo. Tenho problemas com best sellers, para quem não é familiarizado com o termo, são os livros mais vendidos do mercado, por isso fiquei meio “assim” em ler e não gostar e criticar. Aí saiu o filme que eu também não vi. Só sei que virou moda e, antes vampiros emos do que funk na moda.

O problema é, quando me mandaram ler o “O Beijo das Sombras” eu imaginei que o livro seguiria a modinha de vampiros/adolescentes castos do Crepúsculo. Ok, eu não li e não vi o filme, mas eu sei do que se trata a história. Enfim, tive medo.

Me surpreendi e nada é mais gostoso no ler do que se surpreender.

O Beijo das Sombras trás, sim, a história de adolescentes, mas trás também vampiros com a essência da Anne Rice, mas mais complexos e soberbos e apresentando uma dinâmica totalmente nova. A autora é Richelle Mead, que me surpreendeu com o universo criado em torno das criaturas das trevas e que eu tentarei explicar de um jeito que não conte toda a história do livro!

O Beijo Das Sombras

O Beijo Das Sombras

Lisa é um membro da família real dos vampiros, os Moroi, e tem um forte laço com a sua melhor amiga, Rose, uma dampira. É, com “D” no começo mesmo. Os dampiros são metade humanos, metade vampiros, tem a tolerância a luz e adquiriram algumas das habilidades dos vampiros, como a agilidade e sentidos aguçados.

Os vampiros podem dominar as magias dos elementos da natureza, são mortais, suportam o mínimo de luz. Dentro disso existe uma realeza chamada de Moroi, que dita as regras para o bom convívio da espécie. Claro que nem tudo são flores. Se um vampiro mata, ele vira um Strigoi, um vampiro sem alma, imortal, que não suporta claridade de nenhuma maneira e precisa de quantidades homéricas de sangue humano para sobreviver, ou seja, ele sempre acabará matando.

Os humanos são os chamados “Fornecedores”, a sucção dos vampiros é como uma droga e os humanos se viciam com facilidade.

Lisa e Rose tiveram que fugir da escola de vampiros. Por mais que Rose gostasse da sua popularidade e Lisa precisava dos estudos por ser da realeza, elas tinham um segredo que precisavam guardar e a única maneira era afastarem-se de lá. Mesmo que não fosse seguro, afinal os Strigoi poderiam caçá-las, elas se mantiveram bem por dois anos.

Foi aí que algo inesperado aconteceu e…

Ah, chega, se eu falar mais vira spoiler!
Mas tenham em mente que é aí que a história começa. Os dramas da adolescência são abordados de uma forma única, assim como o primeiro amor de verdade, a popularidade forçada, a necessidade praticamente humana de atenção e todos os altos e baixos de uma amizade mais forte do que qualquer uma que você já viu, com a união sobrenatural que criou um laço entre protetora e protegida.

Site: www.obeijodassombras.com.br
Autor(a): Richelle Mead
Preço: compare no Buscapé
Faixa etária: adolescente/jovens adultos
Gênero: romance/jovem/vampiros/
Nota final: 9,8

True Blood já figura entre as minhas séries favoritas.
Baseada na série de nove livros de nome “Sookie Stakehouse”, da autora Charlaine Harris, tem feito sucesso principalmente pelo tema principal: vampiros.

Eles estão na moda (e eu vou falar de um livro muito bom que eu li esses dias), é a renascença dos seres das trevas (meda!).

Anna Paquin, a Vampira do X-Men (coincidência infeliz), é a protagonista, Sookie Stakehouse.
Logo na primeira temporada ela é assombrada por um serial killer que pode ou não ser a sua grande paixão, Bill Compton, o vampiro que decide residir na cidade.

Hã? Vampiros é humanos convivendo juntos? Essa é justamente a premissa da série. Os japoneses conseguiram sintetizar sangue humano, o que faz com que os vampiros não precisem mais caçar. Travam-se então diversas lutas de aceitação, políticas e religiosas, em torno de sua inserção na sociedade.

Quer complicar mais um bocado? Sookie consegue ler pensamentos. Uma habilidade que a faz sofrer constantemente, o ruído do pensamento alheio e o fato de, quase sempre, ouvir o que não quer. A gatíssima também protagonizou uma das cenas mais sensuais que eu já vi neste primeiro episódio da segunda temporada.

Tirando a bichinha o Bill Compton, todos os outros vampiros seguem aqueles estigmas dos livros de Anne Rice: sem alma, sem coração, movidos pela luxúria e o prazer em ver o sofrimento alheio.

Vale a pena!

Anna Paquin

Anna Paquin

Agora eu vou é caçar esses livros para devorar!

Jun
22

Incômodo.

Posted by kaka under Kakazices

Ontem eu ouvi que não é só porque eu sei conjugar dois verbos, que posso sair por aí dando aula.

Aí eu lembrei que só se incomoda com isso, quem fica me dando importância.

Tim Burton está transformando a sua “Alice no País das Maravilhas” em um dos filmes mais esperados dos fãs do cineasta.

Eu estou empolgadíssima com o filme e, ontem num momento de ócio enquanto estava no OMEDICast, eis que eu vejo:

Alice

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Quando eu chego perto de gente que eu julgo muito mais inteligente que eu (inteligente sim, superior nunca, fica a dica), parece que minha parte inteligente pensa “você não vai precisar ser inteligente, esta pessoa fará tudo por você” e vai passear.
Aí fodeu, porque quem entra em cena é a parte burra.

A parte burra já me fez passar vergonha master na frente do Inagaki, do Doni e de mais uma parte (mínima) da blogolândia. E se eu soubesse que o Cardoso era o Cardoso logo que eu conheci ele, certeza que a Kakah Burrinha falaria algo bem estúpido e impróprio.

A última vez que uma cena fatídica dessas aconteceu, foi quando eu falei com um cara por quem eu fui suuuuper apaixonadinha nos tempos de adolescência, tipo que hoje ele tá feio e nem faz mais o meu topo, mas ele é dono da única livraria da cidade (ah, eu mudei, isso não interessa agora) e ele sempre foi o super inteligente. Aí a parte burrinha resolveu das as caras no seguinte diálogo surreal:

- Oi, me indica um livro?
- Depende, do que você gosta?
- Ah, gosto de suspense, mistério, policiais. Nada de romances, detesto.
- Eu gosto de romances.
- Ah, então você é mesmo gay! Eu sabia!
- Eu sou casado.
- Falei merda?
- Falou.
- Me indica um livro?

Insira uma mula aqui. Beijos.

Minha vida mudou tanto com essa notícia, que até minha alma peidou.

Primeiro: a discussão é mais velha que eu.
Segundo: concordo com quem fala que jornalismo é mais paixão que teoria.
Terceiro: concordo ainda mais com quem fala que o curso de jornalismo deveria ser especialização.

Tipo, deixa eu explicar o terceiro senão vem um boça falar merda pra mim.

O cara fez Medicina. O cara escreve bem. Mas ele não é jornalista, ele é médico. Mas ele escreve bem. Como ele se acha muito fodão por fazer as duas coisas, ele quer publicar o que escreve bem, mas todo mundo ri dele, afinal ele não é jornalista. Se houvesse um curso de especialização, dois aninhos eu acho mais que o suficiente, o cara ia lá, fazia o curso, constatava-se que ele realmente escreve bem, aí ele seria um médico especializado em jornalismo e poderia escrever sem ninguém rir da cara dele.

Bang bang.

(Preciso mesmo avisar que é tudo brinks? Então tá, beijo.)

Jun
18

Unhas Roxas - Risqué

Posted by kaka under Mulherzices e Moda (?!)
Unhas roxinhas

Unhas roxinhas

Aê, agora eu tenho unhas roxinhas!

Esse esmalte é o Carmen da Risqué. Eu gosto dessa marca porque a cobertura é sempre uniforme e ela solta mais fácil dos cantinhos. Também não tenho que passar 5 mil mãos pra chegar na cor que eu quero, basta uma.

Parece cor de açaí, né?

E aí, ficou bacana?